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Cerro Sacro, 3950 metros de altitude, região de Chincheiro, de cima tem-se visão de todo vale, cidades e ao fundo a cidade de Urubamba. Voamos nesta paisagem belíssima.
Após muito turismo hoje era dia de vôo, novamente pegamos todos paracas e colocamos em cima da van, assim seguimos novamente em direção ao Vale Sagrado, ali em Chincheiro.
O caminho parece era menor uma vez que já tínhamos passado duas vezes pelo local na ida e volta ao Vale Sagrado. Neste dia também o tempo estava encoberto, nos a 4000 metros de altitude, torcíamos para que as nuvens estivessem bem altas.
Fomos subindo até o topo do morro, pelo caminho tortuoso. Neste caso o morro era sobre a cidade de Chincheiro e era suave, não tendo declives acentuados, assim sendo nossa van pode subir ate o cume. Ali tinha um conjunto de antenas para telecomunicação e também de radio e TV.
Descarregamos os paracas, fazia bastante frio, todos bem agasalhados, fizemos uma foto com todos, e cada um partiu para acertar seu equipamento. Era meio dia, e a altitude 3933 e no topo em tono de 3.955, nestes vôos então todos certamente viária acima dos 4 mil metros.
Os paraca começavam se inflar, e criava um constaste com o vale de diversos tons de verde e amarelo. Aos poucos o pessoal ia fazendo seus vôos, alguns conseguiram voar bem outros acabaram fazendo um prego suave.
O tempo abriu um pouco e pudemos ver as montanhas nevadas, se fosse um dia de sol a paisagem seria ainda mais bela, com os contraste do céu azul mais as montanhas nevadas, os vales verde e amarelo com o paracas coloridos sobre esta paisagem.
Enquanto o pessoal voava, fomos conferir o outro lado da montanha, a paisagem era tão bela quanto a sua frente, ali também estava a cruz do Cerro Sacro, deve existir procissões por esta região, ao longe víamos os lagos.
Na lateral do morro vimos camponeses trabalhando no cultivo agrícola, fomos mais próximo conferir, estava uma mulher colocando fogo em algumas batatas ou algo assim. Ela me ofereceu um liquido que tinha ali para beber, experimentei, porem não gostei, era uma guarapa, mas com gosto meio doce e meio azedo, e bem mais consistente do que um caldo de cana.
Voltei para o lado onde estavam realizando os vôos, alguns ainda não tinha realizado o seu vôo.
Nisso um dos voadores teve que fazer um ouso forcado, por sorte os eucaliptos estavam ali para amortecer sua descida, parece que os únicos que existiam ficaram mesma na posição.
Este pouso assustou alguns que firam pouso na montanha mesmo e outros mais abaixo para procurar ver se estava tudo bem, realmente não teve nenhum problema.
Assim terminado os vôos voltamos para Cuzco, no caminho tivemos que passar por rebanhos de ovelhas que ficavam bem em frente a nosso caminho, e também por algumas mulas. Seguimos por entre vilas até entrarmos na cidade de Cuzco novamente.
Nei Maldaner
Fonte:
Luiz Carlos Lupatini Cidade:
Cusco - Peru-EX-Peru Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Rafael Franca da Silva Date: 18/04/2001
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