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De 13 a 22 de julho de 2002 está acontecendo a II Cavalgada Aparados da Serra, de Bom Jardim da Serra (SC) à São Francisco de Paula (RS). Confira os bastidores da organização deste evento!
O evento, que já se consagrou entre os cavaleiros devido a beleza das paisagens e o clima de amizade que possui, deve ser muito bem planejado para que o sucesso das outras edições se confirme com cada vez mais intensidade.
E para isso ela conta com uma grande equipe de organização, que é composta por um representante de cada Município pelo qual os cavaleiros passaram, o comandante Álvaro José do Amaral e o organizador geral, Aécio Boeira.
São estas pessoas que devem se preocupar com tudo o que acontece nos bastidores da Cavalgada, como o roteiro, o almoço, a pernoite, a passagem pelas propriedades particulares, a hora da chegada nos lugares, o horário de saída, os desfiles nos municípios, o folder, as trocas de bandeiras entre os Estados, dentre outros.
Em relação a este último, Aécio lembra que foi um dos momentos mais emocionantes da Cavalgada, pois levavam consigo a bandeira de cada Município que passavam.
“Quando passamos de Santa Catarina para o Rio Grande do Sul e houve a troca de bandeira dos Estados, no dia 15 de julho, segunda-feira, foi um momento em que todos se emocionaram”, lembra Aécio.
Isso porque essa troca ocorreu exatamente na divisa dos Estados, no rio das Contas, no Aparados da Serra, um local lindo, que chamou bastante a atenção de todos os participantes.
Para que tudo o que havia planejado desse certo, os organizadores trabalharam pesado durante os últimos três meses. Entretanto, Aécio lembra que eles começam a planejar no dia posterior ao final da Cavalgada.
Neste ano cada inscrito recebeu um bracelete, que representava o passaporte para cada um. Havia duas cores: verde e marrom. Recebia bracelete verde quem era participante da Cavalgada e marrom quem era da comissão organizadora.
Todo inscrito também recebe o regulamento e a própria ficha de inscrição, onde consta os dados da pessoa. Esta ficha dá direito ao sorteio de um potro da raça crioula no dia do encerramento do evento.
Quem participa do passeio, independente de completar o percurso, ganha ainda um certificado assinado pelos cinco prefeitos dos municípios.
No último dia do evento, também foi dado troféus para pessoas que se destacaram durante a Cavalgada. Estes eram escolhidos pela comissão organizadora e pertenciam a alguma categoria pré-estabelecida pela organização.
Os troféus feitos de cobre por um artista plástico de Bom Jardim da Serra e que retratavam a paisagem do Rio do Rastro foram recebidos pelo “Cavalheiro Símbolo”; “Amazona Símbolo”; “Cavaleiro Mais Idoso”; “Cavaleiro Mais Jovem”; “Equipe Mais Organizada”; “Equipe Mais Animada” e para o comandante.
O único pressuposto de cada uma destas pessoas que receberam estes troféus era ter participado da Cavalgada do início ao fim. Não havia nenhuma outra forma de julgamento.
“A gente decidia quem ganharia o prêmio na hora. Não havia nada pré-determinado”, afirma Aécio.
Mesmo assim, foi um momento muito significativo a cada um daqueles que foram premiados com o troféu, pois representa o reconhecimento de alguma habilidade que o cavaleiro possui.
Com todas estas medidas tomadas pela organização, o evento conseguiu solidificar o sucesso da Cavalgada anterior com um número ainda acima da expectativa: em média 170 cavaleiros.
Fonte:
Aécio Boeira
Equipe Inema
Fonte:
Aécio Boeira Cidade:
Bom Jardim da Serra-SC-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Luciane Rocha Martins Date: 13/07/2002
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