Voltar Inema SISNEMA Informatica Sites Pessoais Busca Agenda Proxima Semana English Version
Menu INEMA
 
 
Willy e o Judô
Confira a reportagem sobre a vida de Willy que se dedicou para o judô. O esporte trouxe momentos de tristeza e de alegria para o atleta. Saiba mais.

Com apenas quatro anos de idade e muito provavelmente não tendo mais que um metro de altura, Willy Scheneider começou a praticar uma luta onde é necessário muita disciplina e concentração: o judô.

E isso por causa do seu pai, que adorava assistir filmes de karatê, mas acabou levando seus três filhos para a área do judô. E se envolveu tanto que tornou-se diretor deste esporte no Grêmio Futebol Clube, entre os anos de 1988 a 1993. Período, aliás, que dois dos seus filhos foram campeões brasileiros, motivo de muito orgulho ao pai coruja.

A mãe, que é artista plástica, sempre deu a maior força. “Quando tinha 8, 9 anos, quem levava eu e os meus irmãos, era a nossa mãe”, lembra Willy.

Hoje, com 30 anos, possui uma carreira no judô repleta de títulos, como campeão brasileiro em 1990, representando, por isso, o Brasil, nos jogos sul-americanos que aconteceram no Peru. Neste campeonato conseguiu uma suada segunda colocação, sob o patrocínio da Lacesa, fábrica de leite.

Em 1991, consagrou-se campeão brasileiro por equipe. “Nessa época eu treinava cinco vezes por semana, além de correr todos os domingos para manter o preparo físico”, salienta.

Chegou até a dar aula de judô na cidade de Taquara nos anos de 1991, 1992 e 1993.

Seu sonho então, era poder representar seu país nas olimpíadas. Sonho, na verdade, compartilhado por qualquer atleta de qualquer esporte. “Não há competidor no mundo que não queira ir para as olimpíadas”, afirma Willy.

Seu sonho, no entanto, acabou não se concretizando devido a fatalidades que ocorreram em sua vida e que o afastaram temporariamente daquilo que mais gostava de fazer: lutar judô.

Dois anos foram necessários até que ele se recuperasse do impacto que sofreu, quando seu irmão e seu pai faleceram. Assim, em 1995 deu a volta por cima e resolveu fazer uma faculdade, visto que o judô não lhe dava respaldo econômico. “Infelizmente, não se pode sobreviver financeiramente com este esporte”, ressalta.

Sua escolha caiu sobre a faculdade de Informática da Ulbra, onde ficou cursando até o ano de 2001, quando se formou. Sua tese da monografia se chamava SCL – JU – Sistema de Controle de Luta de Judô. Ela defendia um sistema de controle de luta, feito em tecnologia Asp e que seria utilizado pela própria Ulbra.

Durante a Faculdade, ainda disputou campeonatos, mas todos a nível estadual, não mais nacional. “Nesse período, fui tri campeão estadual”, lembra.

O veterano no assunto salienta que o judô brasileiro evoluiu muito de vinte anos para cá. “Antes o esporte era muito mais técnico. Os japoneses eram os melhores do mundo, pois tinham muita técnica. Atualmente é necessário, também, muita força. Por isso, os brasileiros começaram a ganhar destaque e hoje são muito respeitados mundialmente”, explica Willy.

Para ele, hoje, o judô é visto mais como um hobby. “Ele serve para aliviar o stress do dia a dia. Sempre que posso, vou treinar. Acho que representa uma luta completa, que te exige não só condicionamento físico, quanto mental”, finaliza.

Fonte:
Willy Scheneider
Equipe Inema

Fonte: Willy Schneider
Cidade: Porto Alegre-RS
Fotos: Willy Schneider
Publicado: Luciane Rocha Martins
DATA: 15/08/2002 <%insert_data_here%>

English Version: The specified statement did not generate any data
Incluir Comentário   Aviso Legal
Rua Washington Luiz, 820 conj. 601
Porto Alegre/RS - BRASIL - CEP 90010-460
Telefone 55 (51) 3226-4111 - Ramal: 4000
Fax: 55 (51) 3226-1219
contatos@inema.com.br
SIP:4000@sisnema.com.br