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Nos dias 31 de agosto e 01 de setembro de 2002 aconteceu a 2ª parte da Copa Veleiros do Sul de Match Race, em Porto Alegre (RS). Adriano Santos aproveitou o vento minuano para andar de kitesurf no local.
Ele ainda estava na barriga da mãe e já curtia o prazer de velejar com os pais.
O engenheiro Adriano Santos, de 32 anos, sempre esteve ligado aos esportes à vela. Desde muito pequeno já andava de barco com a família.
Esta ligação ele mantém até hoje, mas com um pouco mais de emoção e adrenalina.
Além de velejar, durante 15 anos praticou windsurf, mas há três, deixou tudo de lado e optou pelo kitesurf.
“De todos os esportes à vela que fiz, este é o melhor, o mais legal”, destaca.
Segundo ele, o windsurf e o kitesurf são totalmente diferentes, a começar pelo tamanho da prancha.
No Windsurf se utilizam pranchas de dois metros e meio a três, enquanto que no kitesurf é bem menor, medem um metro e meio.
Outra diferença é que no kitesurf a vela fica a, aproximadamente, 40 metros de distância da pessoa.
Os dois velejam na mesma velocidade, mas as possibilidades de manobras aumentam muito no kitesurf.
“Você consegue fazer muito mais, o que torna bem mais divertido”, destaca.
O vento forte é uma das principais condições para a pratica. E, neste final de semana, estava clássico para os praticantes.
“Sexta, sábado e domingo foram dias excepcionais para o kitesurf”, afirma.
Adriano não perdeu tempo. Como é sócio do Clube Veleiros do Sul, aproveitou bem os três dias e só não foi na segunda-feira porque tinha que trabalhar.
O engenheiro nunca pensou em participar de competições. Apesar de adorar as manobras de saltos e vôos, sempre praticou pelo prazer.
“Nunca me interessei por disputas”,explica.
Por ser um dos esportes de vela mais radicais, Adriano ressalta que é importante estar atento no momento da pratica.
“Qualquer coisa errada e você pode cair e se machucar”, afirma.
Para aqueles que ficaram interessados em começar ele diz que o mais importante é ter noções de vela, vento e trabalhar com o kitesurf em terra.
Outro aspecto destacado é que, assim como outros esportes, este deve ser praticado com consciência.
“É importante buscar instruções de segurança antes de se aventurar”, afirma.
Adriano tem duas filhas e já começou a passar o amor à vela para elas, assim como seu pai o fez.
As meninas ainda não experimentaram o kitesurf. Velejam de barco, mas o engenheiro afirma que se houver possibilidade, vai ensinar.
Os equipamentos de windsurf ficam guardados em casa. O Kitesurf realmente ganhou a preferência do engenheiro. Ele nem pensa em parar.
“Enquanto tiver vento e eu tiver saúde, vou estar lá”, finaliza Adriano.
Fonte:
Adriano Santos
Equipe INEMA
Fonte:
Adriano Santos Cidade:
Porto Alegre-RS-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Claudia Juda dos Santos Date: 03/09/2002
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