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A 3ª Etapa do Campeonato Brasileiro de Automobilismo em Pista de Terra, nas categorias Autocross e Turismo 1600, foi realizada nos dias 31 de agosto e 1º de setembro de 2002, no Autódromo Giolvani Fagundes, em Tapes (RS). Confira como foi o Autocross.
As provas da categoria Autocross tiveram início às 13h30min de domingo, com muito sol, frio e vento.
Um dos pilotos que participou da primeira corrida foi Rodrigo Farias da Cunha, de Pelotasm, Rio Grande do sul.
Ele chegou ao autódromo entorno do meio dia de sábado com o carro em ótimas condições, mas teve um pequeno problema no início do treino.
“A parte de baixo do motor onde fica o vira brequim, que faz ele se movimentar, quebrou”, conta.
E com essa perda, o piloto conseguiu somente a 15ª posição do grid.
Largando lá atrás, precisou ser muito arrojado para tentar ganhar algumas posições, e teve trabalho. “Já na largada passei dois competidores”, diz.
As outras ultrapassagens vieram naturalmente. Na primeira o piloto que estava na 12ª colocação rodou, em razão da pista escorregadia e Rodrigo aproveitou.
A segunda foi mais difícil. Ele entrou na curva disputando posição com o 11º, quando o adversário errou e ele conseguiu ultrapassar.
E a corrida, então, foi um pouco mais tranqüila. O piloto abriu uma boa distância dos demais e só foi ameaçado na penúltima volta, quando o 12º diminuiu a distância. Mas Rodrigo manteve a posição até o final.
Segundo ele, além dos concorrentes, uma das dificuldades enfrentadas foi a poeira que levantava o tempo todo, encobrindo a visão.
“A pista é muito boa, mas tinha muita poeira, tirava minha visibilidade. Apesar de tudo, foi uma boa corrida”, conclui.
Outro piloto que também participou da prova foi Ricardo Kreuz, de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul. Ele venceu a segunda corrida que começou às 16 horas.
Segundo ele, foi uma das melhores que já disputou. Largou na pole e teve grandes pegas com o paulista Ricardo Fragnani, de Corderópolis.
“Mantive a primeira colocação o tempo todo, mas não foi fácil segurar os outros”, diz.
Depois de algumas voltas eles começaram a encontrar retardatários. E Kreuz aproveitou para tirar alguma distância.
“Eu fazia as ultrapassagens e ele se complicava um pouco para passar, então eu respirava. Mas quando olhava Fragnani já estava junto de novo”, relata.
Na 11ª volta o freio começou a desgastar e ele errou a freada da curva. Fragnani colocou o carro do lado, mas Kreuz conseguiu sair na frente e venceu.
O piloto gostou muito da prova e da pista. “Eu já havia corrido um campeonato gaúcho neste autódromo e gostei das alterações que fizeram”, fala.
“A poeira não atrapalhou nesta segunda corrida porque eles molharam o circuito e ficou tipo asfalto, bem liso. Estava muito bom”, completa Kreuz.
Fonte:
Rodrigo Farias da Cunha
Ricardo Kreuz
Equipe INEMA
Fonte:
Júnior de Farias Cidade:
Tapes-RS-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Claudia Juda dos Santos Date: 02/09/2002
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