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Anderson praticando snow no Japão

Confira a história de Anderson que aos 19 anos começou, ainda no Brasil, a praticar SK8, que é skatismo e atualmente, morando no Japão, pratica snowboard.

Anderson morou no Braisl até os 18 anos, quando teve que se mudar para o Japão e lá acabou trocando o SK8 por outro esporte, cujo clima aqui no país tropical invibializava a realização: o snowboard.

“O snowboard me proporciona a adrenalina que o sk8 me dava, mas com um toque especial”, explica Hideo.

Os amigos que fez no país que fica do outro lado do mundo, acrescentado de vídeos sobre o esporte e vendo os parceiros “ao vivo” descendo e pulando as montanhas cobertas de neve, foram o suficiente para despertar no rapaz a vontade de experimentar o snow.

Logo ele estava com os companheiros esquinado por toda a costa oeste de montanhas do Japão, desde Fukui até Nagano e Niigata.

Ele diz que gosta principalmente dos snow parks e, portanto, os lugares que mais o marcaram foi o Happo One e Happo 47, ambos em Nagano, pois tinham snow parks e pistas que variam de 5 a 8 quilômetros no total.

“Mas sempre que se tem os amigos juntos é que se faz a grande festa”, salienta Hideo.

O chamado “one make”, que é pular rampa mandando as mais variadas manobras, é o que ele mais gosta.

“Na rampa, por exemplo, faço o Airs Variados, segurando na prancha em vários lugares, virando 360 graus no salto, segurando a prancha (back side 360 indy grab), virar de cabeça para baixo como no sk8 um flip (back side flip indy grab), dentre outros”, conta Hideo, demonstrando que aprendeu rapidinho os ensinamentos dos amigos.

O medo, é claro, existe, mas, como ele mesmo salienta, conforme se vai praticando, vai se acostumando e perdendo o receio que existia no começo.

“Ás vezes ainda dá medo, pois são lugares grandes, com buracos, ou árvores ou rampas desconhecidas”, afirma. Mas tudo é recompensado pela sensação que o esporte proporciona.

“É muita, mas muita adrenalina, não consigo apenas pensar em como fazer, ficar observando os outros e olhando a rampa. Vicia este negócio”, revela Hideo.

E existe também o cuidado com o equipamento, que o mantém seguro. “Eu procuro sempre usar equipamentos de segurança que considero mínimas, como capacete e um tipo de proteção na bunda, pois cair no chão dói também”, brinca Hideo.

Ele leva consigo também uma prancha, luva, óculos, blusa, calça ou macacão e botas.

Os exercícios físicos não são necessários como complemento do esporte, porque com o tempo e o costume, o desgaste é bem menor.

Treinando nos finais de semana em torno de quatro a cinco horas ou, quando pode, o dia inteiro, Hideo pretende continuar praticando o esporte até que tenha condições físicas de fazê-lo, mesmo já tendo sofrido um acidente por causa disso.

No final da temporada passada, sofreu um acidente e quebrou a clavícula esquerda. Chegou a ficar um mês internado e teve que colocar seis pinos no ombro.

“Essas coisas acontecem, principalmente com quem pratica esportes radicais. E eu quero continuar assim, sempre respeitando os limites, com consciência”, garante.

“Pratico o snow com amor ao esporte....a velha busca da liberdade....a busca
da velha e boa ADRENALINA!”, conclui Hideo.

Fonte:
Anderson Hideo Sato

Equipe INEMA

Fonte: Anderson Hideo Sato
Cidade: kanazawa - Japão-EX
Fotos: Anderson Hideo Sato
Publicado: Ayumi Miyazaki
DATA: 05/09/2002 <%insert_data_here%>

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