|
No dia 30 de setembro de 1998, um grupo de escoteiros de diversas escolas do Rio Grande do Sul participaram de dois dias de acampamento no Parque das Laranjeiras, em Três Coroas.
Um deles era Jorge Daniel Pereira Caminha, de Cachoeirinha, que era escoteiro há seis anos quando participou do passeio.
Apesar de já ter acampado diversas vezes com a turma de escoteiros, Jorge nunca havia feito rapel, tampouco rafting.
Aproveitou, então, a oportunidade para encarar o esporte radical. “Só não deu para fazer rapel porque estava muito frio e eu preferi ficar só tirando as fotos”, explica Jorge.
Mas do rafting ele não pôde escapar e, apesar do frio intenso que fazia no dia, vestiu o macacão que a operadora empresta e resolveu enfrentar as correntezas do rio Paranhana.
Logo no início, contudo, se deparou com o primeiro obstáculo, que o fez ir para dentro do rio, junto com todos os outros amigos.
“Nós estávamos remando com muita força e acabamos batendo no bote da frente. Com o impacto, acabamos virando o bote e todos, inclusive o instrutor, caíram”, lembra Jorge.
Mas o instrutor foi ágil e logo começou a retirar as pessoas de dentro do rio. Jorge foi o último. “Fui levado pela forte correnteza e acabei descendo quase todo o rio dentro da água mesmo”, conta.
E nem adiantaria nadar, porque quanto mais se tenta, menos se consegue. “Eu não conseguia sair do lugar”, recorda.
Depois desse susto inicial, o grupo continuou a descida sem maiores implicações, exceto por alguns imprevistos que sempre acontecem.
“Um amigo meu que estava no outro bote caiu e as pessoas de dentro não o viram. Então eles continuaram remando e acabaram acertando com o remo no nariz dele”, revela Jorge.
(Acidentes acontecem...).
Mas a parte mais difícil ainda estava por vir: o final.
“Para mim, o final foi o pior porque nós já estávamos cansados e havia muitas pedras, o que dificultava ainda mais nossa passagem”, afirma Jorge.
Mas todos estes obstáculos valeram a pena! Afinal, a emoção causada pelo rafting foi imensa.
“Agora estou planejando fazer de novo, com meus amigos da rua em que moro", finaliza Jorge.
Quem quiser aventura já sabe que Três Coroas tem uma porção de adrenalina para proporcionar!
Fonte:
Jorge Daniel Pereira Caminha – técnico de informática
Equipe INEMA
Fonte:
Jorge Daniel Pereira Caminha Cidade:
Três Coroas-RS Fotos: Jorge Daniel Pereira Caminha Publicado: Patrícia Mallmann Garcia DATA: 29/11/2002
<%insert_data_here%>
|
|