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Conheça mais sobre a arte do Plastimodelismo.
É de apaixonar qualquer criança, seja adulta ou não...
As miniaturas de carros montadas por Sérgio Aguinsky são absolutamente encantadoras. Se não chega a dar vontade de sair brincando de carrinho, ao menos desperta o fascínio quase infantil por objetos pequenos, belos e que imitam perfeitamente a realidade. Como o sentimento de quando brincávamos de Barbie ou Autorama, há “alguns” anos atrás.
Sérgio - que é, hoje, um dos organizadores da Brascar e um adorador e pesquisador do automobilismo e sua história - começou com o plastimodelismo muito antes disso tudo.
Com 10 anos de idade ele começava a montar miniaturas utilizando o mesmo tipo de kit de peças que usa atualmente. Entretanto, com 45anos, ele já não guarda os carrinhos daquela época, uma vez que esses foram “gastos” pelas brincadeiras – sua coleção caseira tem o carro mais antigo datado de 1988, quando recomeçou a praticar o hobbie da montagem.
O “flash back” desse hobbie voltou quando Sérgio foi para os Estados Unidos, em 1987, e acabou trazendo na mala 60 kits para montar. Depois, com a abertura da economia brasileira aos produtos importados - em meados nos anos 90 - e com a seguinte difusão da internet no Brasil, ficou bem mais fácil de conseguir as peças.
Isso pois, a maioria dos kits ainda são fabricados no Japão e Estados Unidos, salvo algumas exceções, como a miniatura do Decavê, toda feita em resina, ao invés do usual plástico.
O trabalho com as miniaturas em escala 1/24 é primoroso. Depois de montadas, Sérgio utiliza um aerógrafo (pistola de pintar automóvel) para deixar a cor da peça totalmente uniforme.
Em uma fase de finalização da arte, ele ainda incrementa alguns de seus carrinhos com pecinhas que imitam cabos de velas e outros apetrechos do motor. Tudo visando conferir maior semelhança possível com os veículos reais.
Sua coleção comporta, hoje, 90 carros, dentre os quais encontram-se protótipos de corrida, Ferraris, Fords anos 40, Porshes e Decavês. “Eu faço as miniaturas como um hobbie e para mim mesmo. Eventualmente, quando um amigo encomenda, eu comercializo, mas não vivo disso”, explica Sérgio.
Por isso, ele não se apressa em produzir em larga escala. Até porque, é uma atividade que Sérgio pratica exclusivamente em suas horas de folga e com muito cuidado.
Se são muito belos, por outro lado, esses kits custam um valor pouco baixo. Com a alta do dólar, Sérgio tem pago cerca de R$ 160,00 por um kit japonês no material plástico e quase R$ 500,00 pelo de resina. Mesmo assim, ele conta que esse mercado movimenta cerca de 2 bilhões de dólares por ano nos EUA.
De qualquer forma, não é a toa que adultos se deixam encantar por essas miniaturas. Veja as fotos e tire sua próprias conclusões…
Fonte:
Sergio Aguinsky
Equipe INEMA
Fonte:
Sérgio Aguinsky Cidade:
Porto Alegre-RS Fotos: Sérgio Aguinsky Publicado: Patrícia Mallmann Garcia DATA: 12/12/2002
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