Voltar Inema SISNEMA Informatica Sites Pessoais Busca Agenda Proxima Semana English Version
Menu INEMA
 
 
   

.

.

.

...o Cezar apareceu!!!Que susto...

.

.
 
Rapel na Cascata do Chuvisqueiro

Os atores do episódio: Cesar Rossetto, Guilherme Borges, Marco Rolon e Carlos Stein. O protagonista: Rossetto e seu memorável escorregão.


No início de dezembro, um grupo de rapeleiros se mandou para o município de Rolante atrás de uma adrenalina extra.

O objetivo era descer a Cascata do Chuvisqueiro - enorme queda d’água de 80 metros – e tudo aconteceu “quase” sem problemas.

Cesar Rossetto, 42 anos, pratica o rapel há dois anos e costuma descer as cascatas do Parque das Cachoeiras a cada dois meses. “Também faço rafting e trilhas de jipe. Rapel é o que mais dá adrenalina, mas o que mais gosto é do jipe”, esclarece.

Foi sua primeira descida pela Cascata do Chuvisqueiro e, apesar de definir o local como tranqüilo, houve um incidente que chegou a assustá-lo por alguns instantes.

Ele estava no início da descida, junto com Marco Rolon, no único trecho positivo da cascata, quando escorregou. “É uma cascata fácil porque é quase toda negativa. Mas, por um momento, vi o mundo de cabeça para baixo”, lembra ele, que logo recuperou a calma e voltou à posição normal.

Para quem não sabe, os termos positivo e negativo se referem à forma de descida do rapeleiro pela parede.

Positiva é uma descida que requer a participação dos pés, onde o atleta consegue caminhar pela parede; negativa é a encosta em que é possível descer apenas puxando a corda, sem uso dos pés.

“As mais difíceis são aquelas cascatas que intercalam o positivo e o negativo, pois você nunca sabe o que vem pela frente”, opina Rossetto.

Guilherme, que já pratica rapel há 15 anos estava “assistindo tudo de camarote”, como ele mesmo disse, e define a cena do escorregão como tragicômica, não perdoando o deslize do amigo: “O Cesar estava na beira do peral e quando o Rolon olhou para o outro lado ele escorregou e caiu. O Rolon não viu e ficou olhando lá pra baixo procurando o cara”

Como eficiente fotógrafo que é, Guilherme diz que ficou dez minutos esperando para registrar uma cena dessas, e conseguiu. “Eu rolava de rir”, conta.

Logo Rolon avistou os pés do companheiro virados para cima e foi dar uma força. Apesar de ter batido as costas na parede, Rossetto saiu ileso e o resto da descida se completou em menos de 15 minutos.

“Foram três ou quatro segundos de susto, mas logo respirei e pensei que tinha que manter a calma”, afirma Rossetto, que considera a tranqüilidade o principal pré-requisito para quem pretende praticar o rapel.

“É importante ter um bom equipamento e também um parceiro calmo - os dois têm que se ajudar , pois, no rapel, se errar não tem volta” , alerta ele, afirmando que em cascata a dificuldade aumenta devido ao grande volume de água que bate no rosto.

Adrenalina controlada e pés no chão novamente, o que restou aos rapeleiros depois de toda essa descida foi aproveitar pra relaxar no final da queda d’água. Tudo de bom!

Fonte:
Cesar Rossetto
Guilherme Cruz Borges
Equipe INEMA

Fonte: Carlos Stein
Cidade: Rolante-RS
Fotos: Guilherme Cruz Borges
Publicado: Ayumi Miyazaki
DATA: 15/01/2003 <%insert_data_here%>

 

Cezar e Marco Rolon

 

Preparativos

 

Rolon na descida...

O cezar também...

...e o Cezar sumiu...

 

Guilherme

.

English Version: The specified statement did not generate any data
Incluir Comentário   Aviso Legal
Rua Washington Luiz, 820 conj. 601
Porto Alegre/RS - BRASIL - CEP 90010-460
Telefone 55 (51) 3226-4111 - Ramal: 4000
Fax: 55 (51) 3226-1219
contatos@inema.com.br
SIP:4000@sisnema.com.br