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Lançamento do livro de Guzinski - Opiniões

Veja que dentre os vários livros citados, o de Ênio Guzinski, piloto de avião, recebeu destaque. Confira as opiniões do pessoal que já leu o livro!

"Amigo Enio, é fantástico o relato das aventuras durante a sua vida neste céu sem fronteiras contadas neste livro. É impressionante a sua coragem e determinação na busca do seu sonho, onde o que mais conta é a jornada e não o seu destino" .
Parabéns.

Cezar Garcez
Florianópolis SC
SBFL

Quiero agradecerte por la alta consideración e gratitud por el pueblo paraguayo. De mi parte te quiero decir que conquistaste gran respeto y estima con tu obra maravillosa, donde me pareció estar volando en estos rincones que ora tan lejos me encuentro. Quiero aprovechar esta oportunidad para desearte a vos y toda tu distinguida familia una feliz navidad y un año nuevo lleno de paz. Así quedando a tu disposision para lo que hubiere lugar (H 24), de un amigo paraguayo también águila.

Hugo de Jesús Paredes Acevedo
Eusébio - Ce - Paraguay

Conheci o Enio em 1967. Eu era guri, ratão de hangar do aeroclube de Novo Hamburgo. Ele não lembra de mim nesta época, pois éramos um bando de meninos na volta do seu hangar.

O velho hangar de madeira, por ele construído no nosso campo de aviação, de onde emanavam lendárias histórias de aventuras vividas por homens de fibra e coragem, que enfrentavam com extrema desenvoltura as intempéries não só do tempo mas como também, do regime.

Tudo aquilo me impressionava, e fazia-me sentir importante, poder compartilhar o espaço daqueles homens, e depois para os colegas na escola, reproduzir com orgulho todos aqueles " causos".

Por ironia do destino, o seu pior momento, quando teve que sacrificar para sempre o seu companheiro alado do convívio dos céus, foi para mim, a iniciação da jubilosa vida de aviador.

Esta obra do Enio, bem antes de ser lançada a primeira edição, já provocava curiosidade em todo o meio aeronáutico.

Diante da afirmativa de que:

Sabias, que o Enio está escrevendo um livro ?

Vinha sempre o questionamento:

Será que ele vai contar tudo?

E ele não decepcionou. Com a coragem que sempre foi sua característica prima, disponibilizou no papel para nosso deleite, tudo que gostaríamos de ler a respeito. Viemos a descobrir, que aquilo que imaginávamos das aventuras do Enio quando éramos meninos, não era nada em relação aos fatos e situações que ele realmente vivenciou.

Modestamente ele afirma:

São fatos importantes da história da aviação que aconteceram na América do Sul, e se não fossem contados, ficariam no esquecimento. Todo aviador tem a sua historia que deveria ser posta no papel e ser contada...

O Enio está certo nesta afirmativa, mas, porém, existe uma pequena casta de aviadores como ele, e outros que fizeram da lendária legião estrangeira a sua razão de existir, terem cadeira cativa no rol dos grandes autores de narrativas vividas com o caldo do suor e sangue de manche.

Além de exímio aviador, esta obra nos mostra também, que a competência continua sendo o norte magnético do Enio.

A obra nos é apresentada com uma forte carga de sentimentos, demonstrada em suas paixões, não só pela Lola, mas principalmente pela vida que ele escolheu para ser a sua. A vida " vivida em um céu solitário".

Alceu Mario Feijó Filho
Novo Hamburgo RS

Tive a oportunidade de ler o Livro de Enio (O Aviador), " VOANDO UM CÉU SOLITÁRIO", e percebi a riqueza de detalhes e a linguagem simples usada na narrativa dos fatos de extrema coragem ali descritos. O que mais impressiona é que são todos verídicos. ...A Primeira Edição simplesmente desapareceu sendo repassada de mão em mão entre os colegas aviadores. Mas esta obra na verdade é um "best seller" que pode e deve ser comparada as obras de Richar Bach, Saint Exupéry e outros autores famosos, e portanto torna-se necessário que a mesma seja reeditada para que mais aviadores nostalgicos e amantes de aventuras possam saborear, melhor dizendo, compartilhar com o Amigo Enio e estar ao seu lado no cockpit e sentir as mesmas emoções que eu senti ao ler "Voando em um Céu Solitário".

CHICO LEDUR
Sinop-MT

A missão de voar

O fascínio de ganhar asas para voar foi o que me motivou a ser um piloto. Depois, no exercício da profissão, descobri que a aviação não é apenas palpitante por desafiar o homem a superar os seus limites, mas também é essencial, encurtando a distância entre os povos.

Justamente por fazer voar o que é mais pesado do que o ar, nós, pilotos, somos mitificados pelos passageiros. Porém, o saber de um piloto é muito mais amplo e complexo do que o público imagina. A cada vôo, renasce o desafio de transportar vidas com segurança, fazendo-as chegar ao seu destino. Essa incumbência, que é uma espécie de missão, que me faz ser um autêntico apaixonado pelo que faço. Parabéns e sucesso com o seu livro!

Ícaro
Piloto de MD-11
Varig

Diário de um menino

Aqui está começando o diário de um menino da roça. Quando vim para Marilia, tinha quinze anos. Trabalhei durante sete anos em uma concessionária dos veículos Ford e depois parti para a aviação onde trabalhei no Aeroclube de Marília sob as ordens do meu chefe o Sr. Siareta, um mecânico excepcional. Em seguida, comprei o meu primeiro avião, um Cessna 140, de prefixo PT-DZA. Neste momento, começou a minha tragédia; o mecânico chefe não se conformava por eu já ter o meu próprio avião e querer evoluir dentro da aviação. Houve, então, uma denúncia para a Diretoria do Aeroclube de que eu estava fazendo concorrência contra o Aeroclube com o meu pequeno Cessna 140 de dois lugares, que acomodava somente o piloto e mais um passageiro. Neste instante, teve início algo que seria magnífico: fundei a Companhia Mariliense de Táxi Aéreo (COMTAX). Depois de mais algum tempo, nasceu a Táxi Aéreo Marília (TAM) em que voei milhares de horas e, após sete anos de muita luta e de desafios, levei a TAM da cidade de Marília, interior do Estado de São Paulo, para a capital São Paulo. Muitas empresas aéreas como a VASP, a VARIG, a LÍDER TÁXI AÉREO, a TÁXI AÉREO PAULISTA entre outras protestaram pela minha iniciativa de querer uma fatia do transporte aéreo brasileiro para uma então jovem e dinâmica empresa aérea como a TAM. Durante três anos, permaneci com a TAM em São Paulo sofrendo todo o tipo de dificuldades possíveis impostas por aqueles que não queriam que tivéssemos sucesso. Porém, tenho certeza de ter feito pela TAM o que de melhor poderia ter sido feito naquela época.

Hoje, somo em minha vida de piloto cerca de 30.000 horas de vôo e acompanho a evolução da aviação no Brasil e no mundo, entretanto, jamais esquecerei a TAM. Foi nesta época, quando vendi a COMTAX para a empresa Sociedade de Transportes Aéreos Regionais (STAR), baseada em Londrina, no Estado do Paraná, no início da década de 60, que conheci o então jovem piloto Enio Guzinski que voava na STAR com Anélio Vieccelli, proprietário da mesma e um dos grandes nomes da aviação daqueles tempos e que, infelizmente, perdeu a vida em um acidente de automóvel.

Após alguns anos, aquele jovem piloto Enio e eu nos tornamos unidos por laços de amizade, integridade e respeito e, principalmente, pelo amor ao trabalho que fazíamos. Conquistamos o céu com milhares de horas voadas ao longo de muitos anos através do céu da América do Sul. Por isso, ao terminar o meu relato, não posso deixar de agradecer a você por ter lembrado do seu velho amigo para que continuemos, agora, voando junto em seu livro. Parabéns.

Obrigado, bons vôos e até breve!

Agrício Bernardo de Souza
Marília SP

É, realmente, muito bom o livro do Cmte. Geraldo Knippling, "Falando de Avião". Gostei muito mesmo.

Também vale a pena ler "Vida de Aviador", do Cmte. Rubens Bordini, também da VARIG. Outro, do tipo, é o "Assim se Voava Antigamente", do Cmte. Lili Lucas Souza Pinto, que também escreveu um famoso livro técnico de aviação, "Aerodinâmica e Desempenho de Aeronaves, para Pilotos".

A diferença dos demais livros para o "Voando num Céu Solitário", do Cmte. Enio Guzinski, é que a narrativa é espetacular e prende a atenção de quem tem alguma familiaridade com a aviação. Durante quase todo o tempo as manobras e problemas que surgem são comentadas, como se ele, que já foi instrutor de aeroclube, estivesse ensinando ao copiloto o porquê de cada decisão e o que ocorreria se adotasse outro procedimento. Não encontrei este tipo de descrição em nenhum livro. Foi a melhor leitura dos últimos tempos.

Um grande abraço

Sérgio Bohrer

Fonte:
Enio

Fonte: Enio Guzinski
Cidade: Porto Alegre-RS-Brasil
Fotos: Enio Guzinski
Publicado: Patrícia Mallmann Garcia
Date: 21/02/2003 <%insert_data_here%>
  Evento 1043 - Lançamento do livro de Guzinski

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