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Confira o Relato de Nei sobre o Carnaval que passou com um grupo de amigos às margens da Lagoa dos Patos.
Saímos de casa, em Porto Alegre no sábado, dia 01/03 um pouco atrasados, pois não programamos o despertador. Assim, acabamos perdendo a saída em grupo, mas foi bom porque pudemos guardar um pouco mais nossas energias.
Por volta das dez horas da manhã seguimos nosso itinerário. Passamos por Pinhal, Palmares, Mostardas e seguimos mais 20 Kms alem de Taváres.
Saímos do asfalto e no meio do caminho encontramos um Monza de Capão da Canoa atolado em uma estrada arenosa que divide a parte da lagoa e a pista de asfalto. Quando finalmente conseguimos retirá-lo do local, chegou o amigo do motorista a bordo de sua Rural a fim de prestar socorro.
Dever cumprido, seguimos em direção ao acampamento, que foi montado no mesmo lugar do ano passado, no fundo de uma meia-lua formada pelas pontas de Tavares e Bujuro.
Lá chegando, encontramos um visual maravilhoso. A lagoa estava linda, havia muito sol. Entramos no local pelas casas dos pescadores onde os patos estavam nos dando as boas vindas.
Aproximadamente dois quilômetros antes de chegarmos ao nosso destino, nos deparamos com um riacho no caminho. Ayumi então desceu e prudentemente foi checar a profundidade do mesmo. Como era relativamente raso, pudemos passar com segurança e ir ao encontro de nossos amigos.
Encontramos então nossos amigos com o acampamento já montado.
Lá estavam Marco Adam, que já preparava seu Hobie Cat, Vinícius, que já exibia o peixe que pescara na Lagoa, Carlos Rios e família, entre outros.
Cumprimentamos a todos e paramos alguns instantes para contemplar aquele oásis perdido no meio do Rio Grande do Sul. Um paraíso ainda pouco conhecido, do contrário, haveria disputas para freqüentar aquele local maravilhoso.
Passado o momento de admiração chegou o momento de ação. Foi a nossa vez de montar a barraca, que foi devidamente protegida de ventos e chuvas por algumas lonas bem amarradas. Afinal, estávamos na beira da lagoa e um temporal podia nos surpreender.
Limpamos o local de folhas, gravetos e galhos. Logo depois a noite caiu. O pessoal aproveitou que o vento soprava para a lagoa e fez uma fogueira. Claro que com o maior cuidado para não prejudicar o meio-ambiente.
Ao redor da fogueira, alguns amigos nos mostraram os cascos de tartarugas que acharam. Jantamos, conversamos, enfim... aproveitamos a noite do primeiro dia em meio a uma belíssima paisagem e ótimas companhias.
Fonte:
Nei Maldaner
Equipe INEMA
Fonte:
Arnildo Hasper Cidade:
Porto Alegre-RS-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Patrícia Mallmann Garcia Date: 07/03/2003
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