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Confira o quarto dia do diário de aventuras do Nei em acampamento na Lagoa dos Patos/RS.
Nosso quarto dia de acampamento apareceu ensolarado, apenas algumas nuvens esparsas enfeitavam o céu.
As crianças já agitavam a lagoa com as suas inseparáveis bóias.
O Carlos Rios atendeu ao apelo das crianças e fez o chamado “arrasta bóia” (brincadeira na qual uma bóia á arrastada por um carro, no caso a Galloper do próprio Carlos). Nem preciso dizer que a criançada ficou realizada.
Na empolgação, os outros colegas também colocaram os Jeeps na Lagoa. Eu não me agüentei e comecei a levantar água com a Land Rover também.
Na brincadeira, sobrou para a cadela Sasha, uma São Bernardo muito simpática(que já estava toda molhada). O César arrumou um boné e colocou na Sasha. Estava feita a sessão de fotos.
O cardápio do almoço era Alaminuta. Cada um foi fazendo a sua parte; um revezamento. Enquanto alguns cozinhavam, outros comiam e outros já iam lavando a louça.
Do grupo, dois amigos resolveram assar um pernil, mas por insistência do César acabaram mudando de idéia e comeram a Alaminuta. O pernil ficou destinado para o jantar, mas as cadelinhas Sasha, Laika, Luli e Maggie deram um jeito, para a tristeza do Arnildo que estava salivando por aquele pernil...
Por causa do calor, alguns tomavam banho sentados, nas cadeiras, regados pelas esposas ou amigas que iam até a lagoa buscar água a fim de refrescá-los.
Outros, por sua vez, curtiam seus filhos embalando-se nas redes, outros apenas descansavam. Mas ninguém ficava sério ou triste. Só a presença do alegre César divertia a todos.
Um pouco mais tarde e todos foram novamente para a água. As brincadeiras de bóia que começou com as crianças mais uma vez contagiaram os adultos. A diversão foi até tarde.
Antes do sol se pôr, alguns dos nossos amigos e famílias tiveram que voltar à cidade por causa do recomeço das aulas e do trabalho. Foi o caso do Sérgio, do Carlos e do Júlio, que por sua vez, foi até o asfalto escoltado pelo Henrique que prestaria socorro caso o carro atolasse naquele trajeto arenoso que separa a Lagoa da estrada.
Assim, nossos companheiros deixaram o paraíso para nós. Uma pena perder a companhia dessas pessoas maravilhosas.
Nossa noite foi maravilhosa como todas as outras noites. Uma fogueira na beira da Lagoa já havia sido preparada.
Enquanto a noite não chegava, ficamos conversando e admirando mais um espetáculo da natureza. O céu estava limpo, sem nuvens e a cor avermelhada do sol, mais uma vez foi banhando o horizonte. O que nos lembrava que era hora da leitura para alguns, hora do banho para outros. Havia também aqueles que não faziam nada além de admirar o sol poente.
Fogueira acesa, alguns resolveram cortar mais lenha; outros apenas curtiam seus últimos momentos na Lagoa. Até mesmo a Sasha resolveu entrar na brincadeira.
De presente tivemos uma lua fantástica, que foi se acomodando gentilmente no mesmo lugar que o sol havia ocupado. Sentados ao redor da fogueira, ficamos admirando as estrelas daquele lugar poético, tão lindo e tão perto de nós.
Fontes:
Nei Maldaner
Equipe INEMA
Fonte:
Arnildo Hasper Cidade:
Porto Alegre-RS-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Ayumi Miyazaki Date: 07/03/2003
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