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Está chegando uma época muito apropriada para a prática de mergulho, o verão! Conversamos com o instrutor Henrique Santos Junior, que dá muitas dicas para quem deseja se aventurar nesse esporte. Confira!
Entre os meses de novembro e maio, as correntes oceânicas brasileiras são mais limpas, quentes e ricas, oferecendo mergulhos emocionantes, agradáveis e bonitos.
Há diversas opções de lugares para a prática do esporte. Os mergulhos em Santa Catarina são os mais comuns, de Garopaba a Bombinhas, passando por Florianópolis. Já os parcéis submersos de Torres são pouco visitados, pois exigem capacidade e treinamento especial para mar aberto.
Fernando de Noronha, Recife, Arraial do Cabo, Parati, Ubatuba e Abrolhos são excelentes para mergulho na maior parte do ano.
Fora do Brasil, Henrique recomenda o litoral da Flórida, nos EUA; o Mar Vermelho, no Egito; a barreira de corais da Austrália; as centenas de opções no Caribe e as Ilhas do Pacífico.
“São locais com extensos bancos de coral, com milhares de quilômetros de comprimento, que permitem um mergulho extremamente rico e colorido”, afirma o instrutor. Para quem vai começar no esporte, ele indica o Brasil. “Em Santa Catarina, por exemplo, o mergulho é fácil, ideal para quem está começando”.
O primeiro passo para a atividade é procurar uma escola de mergulho que tenha tradição e buscar orientação com instrutores. A alternativa para quem não tem tempo de fazer um curso é o programa chamado “batismo”, um mergulho conduzido por instrutor ou dive máster (guia), com duração de 20 a 30 minutos, a fim de proporcionar a sensação do fundo do mar.
Henrique faz um comentário sobre a idade para mergulhar. "Até os 12 anos existe a opção de fazer programas de mergulho com cilindro na piscina e, após essa idade, no mar”.
Alguns preparativos devem ser feitos antes de entrar na água. “A pessoa interessada deve estar em bom estado de saúde, procurar aprimorar o condicionamento físico, fazendo exercícios de resistência e alongamento, e fazer uma revisão geral dos equipamentos para não perceber problemas na hora de usá-lo”, comenta Henrique. Ele recomenda, também, um programa de reciclagem em piscina ou águas abrigadas para quem está há mais de um ano sem mergulhar.
Cuidados com a alimentação também são necessários. “Nunca mergulhar em jejum, pois o consumo de energia é muito grande, mas evitar refeições pesadas, de digestão difícil, além de sucos cítricos e leite cru”.
Para finalizar, Henrique dá mais algumas dicas. “O mergulho é para ser feito unindo diversão e responsabilidade. Planeje tudo com antecedência e leve algum equipamento extra, caso seja necessária a reposição de máscaras, nadadeiras e reguladores. Convide seus amigos e colegas a participarem, pois é muito mais divertido quando se está entre amigos”.
Fonte:
Henrique Santos Junior - Oceânica Centro de Mergulho
Fone: (51) 3222-6871
E-mail: mergulho@oceanicanet.com.br
Equipe INEMA
Fonte:
Oceânica Centro de Mergulho Cidade:
Porto Alegre-RS-Brasil Fotos: Oceânica Centro de Mergulho Publicado: Daiana Ruff da Silva Date: 22/10/2003
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