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Conversamos com o Soldado Adriano, formado com honrarias no Curso de Batedores Motociclistas Militares, no 3° Batalhão da Polícia do Exército em Porto Alegre. Adriano nos explica um pouco mais sobre o curso e sua função.
O curso é fornecido a pessoas da Aeronáutica, Brigada Militar e Polícia Rodoviária Estadual. Esse ano foram abertas exceções, sendo permitida a participação de funcionários da EPTC e da Guarda Municipal.
O número de formandos é baixo e a dificuldade é atribuída às várias etapas que compõem a prova. Para a seleção do início do curso o candidato é submetido à uma prova prática, com cones que, se derrubados, o desclassificam,"a nota miníma é 5", diz o soldado. Após a prova classificatória o curso tem início e os aprovados partem para a prova de velocidade, que é realizada no Autódromo de Tarumã, onde há uma velocidade mínima a ser alcançada (eles usam motos CV450 e CV550). A última etapa é a simulação de uma escolta. Cabe ressaltar que há sempre um avaliador e qualquer deslize é sinal de desclassificação.
Após dois meses de treinamento rígido, o aluno recebe seu brevet e passa a exercer sua função, que segundo Adriano é basicamente escoltar comboios e autoridades. O recém formado admite que financeiramente sua situação não foi alterada, continua recebendo o mesmo salário de quando entrou no Batalhão de Operações Especiais, porém sempre há trabalho, no seu caso, desde o início sempre trabalhou com escolta e não pensa em mudar de profissão.
"Gostar de velocidade, ser profissional e conhecer bem sua moto" é a recomendação de Adriano para quem está pensando em começar a fazer o curso. Segundo ele, foi uma ótima experiência, na qual a agilidade é um dos fatores mais importantes.
Fonte :
Adriano dos Santos
Equipe INEMA
Fonte:
Soldado Adriano Cidade:
Porto Alegre-RS-Brasil Fotos: Ayumi Miyazaki Publicado: Vanessa Valiati Date: 05/11/2003
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Soldado Adriano
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