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Emoção, amizade e descontração marcaram a 5ª Cavalgada Cultural da Costa Doce. Confira abaixo, o depoimento de quem participou deste evento.
Mesmo sem as condições climáticas desejadas pelos participantes, a diversão foi garantida no evento que valoriza a natureza e os costumes gaúchos. Este ano, a 5ª Cavalgada Cultural da Costa Doce reuniu cerca de 150 pessoas montadas.
A formanda em Medicina Veterinária, Carolina Nunes Opptiz, 22 anos, participou pela terceira vez da Cavalgada e conta que, de todas que participou, esta última foi especial. "Pela festa, pela bagunça que fizemos durante as pausas. Foi muito tranqüilo, com pausas maiores pude aproveitar para conhecer mais pessoas"relata.
Carolina estava acompanhada por seus irmãos Isabel, 18 anos, e Antônio, 15 anos, e garante que durante a cavalgada o sentimento que predominou foi o de diversão.Durante os três dias de cavalgada, os integrantes puderam apreciar a natureza, se descontrair e fazer novas amizades.
O momento que proporcionou maior descontração foi a travessia da Lagoa Pequena. Foram cerca de seis quilômetros com água batendo nas canelas. Para Carolina, este foi um dos melhores momentos da cavalgada. “Foi muito legal quando caminhamos por dentro do junco, entramos dentro da lagoa, tiveram cavalos que atolaram, gente que caiu na água, gente que se molhou, foi muito engraçado”conta.
A formanda relata que não houve dificuldades durante percurso. A tranqüilidade foi total, pois estava bem organizado e os participantes respeitaram as normas tomaram cuidado. A reação dos moradores dos locais percorridos também foi uma surpresa. Carolina conta que, por onde passava a cavalgada era muito bem recebida, com direito a gritos, comprimentos e palmas. “Teve uma parte que as pessoas foram para rua só para ver a cavalgada”.
Carolina começou a participar de cavalgadas por influência de seu pai, Marco Opptiz, e seu irmão mais novo, Antônio. Desde então, a futura veterinária tenta aproveitar as oportunidades que lhe aparecem de cavalgar. Carolina relata que esta experiência é maravilhosa em função das amizades que se conquistam. “Agente faz amizades com as pessoas e acaba convivendo o ano inteiro. São amizades que ficam”.
Antônio concorda com o depoimento da irmã. Para ele, esta cavalgada foi melhor de todas. “Agente andou durante o período de manhã e depois descansava. Com isso foi melhor, agente pode conversar, dormir um pouco e cavalo não se cansou tanto”. A primeira cavalgada de Antônio foi para buscar a chama crioula em Bagé, junto com seu pai. Desde então, sempre que podem participar de alguma cavalgada, eles estão presentes.
No entanto, essa última aventura quase não foi possível para a família Opptiz. Faltando quatro dias para o início do evento, três cavalos mansos que estavam preparados para a cavalgada foram roubados, restando apenas dois. A família ficou um pouco desiludida, e chegou a cogitar a hipótese de não ir mais. Perto do dia da cavalgada, conseguiram um cavalo emprestado a cavalgada pode ser realizada.
Fonte
Carolina Nunes Opptiz
Antônio Nunes Opptiz
Equipe INEMA
Fonte:
Carolina Nunes Oppitz Cidade:
São Lourenço, Turuçu e Pelotas-RS-Brasil Fotos: Giani Maldaner Publicado: Carolina Becker Davi Date: 26/01/2004
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