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No dia 20 de outubro de 2004, Ayumi Miyazaki, Nei e Giani Maldaner, na viagem pelo Deserto do Atacama, no Chile, a travessia do Chile para Argentina pelo Paso Sico. E seguiram para Cafayate e Termas del Rio Hondo.
Dia 20 - Argentina - Cafayate - Termas del Rio Hondo
Levantamos não muito cedo, pois o comércio só abre as 8:30 da manhã e vai até as 13 horas. Depois reabre as 5 da tarde e segue até as 22. Assim saímos as 10 da manhã e fomos às compras. Acabamos passando do meio dia, afinal é muita coisa para apreciar. Os amigos "Los Gatosos", que encontramos por lá, e o Giani foram visitar as vinículas.
Fomos almoçar juntos aproveitando as delícias dos assados argentinos. Trocamos idéias com Los Gatosos sobre nosso caminho, eles ficaram mais um pouco na cidade curtindo os vinhos, provavelmente. Depois do almoço, caminhamos mais pela cidade e acabamos encontrando um cubando que andava por lá. Também encontramos dois Romenos de bike que estavam saindo da cidade em direção ao sul da Argentina.
No caminho muitas vinículas. Encontramos pequenas cidades, até que em uma delas encontramos uma Land de São Paulo que estavam indo para o Atacama. Conversamos um pouco e seguimos viagem. No trajeto vimos muitos cavaleiros, coisa muito comum em toda argentina, e novamente nos supreendemos com a quantidade de cavalos - parecia ser mais do que de gado.
Finalmente voltamos a subir, e cada vez ficava mais árido. Muitos e muitos cactus no caminho, inclusive ali são preservados, segundo placas do local. Acabamos chegando a 3000 metros de altitude, em cima um observatório da Argentina. Como havia chegado uma excursão, decidimos não ficar e seguir adiante. A partir daí começamos a ver muitas ovelhas, cabritos e cavalos soltos. Inclusive muitos cavalos juntos. Parei para tirar fotos e vi 3 parabrisas quebrados no chão, deve ser de quem passava muito rápido por ali e pegava estes animais.
Agora começávamos a descer, víamos as cidades lá embaixo. Uma delas é Tafi del Valle ao lado de um lindo lago azul. Passado esta cidade, não tínhamos informações; não existem por ali placas informativas dizendo para onde ir, apenas informando a cidade. A paisage começou a mudar, surgiram árvores e cada vez mais mato. Na selva começamos a descer mais, assim começou a descida da serra, agora no meio da selva argentina. Incrível a quatidade de pássaros. Andávamos rápido e mesmo assim escutávamos claramente os cantos. Passamos por uma grande estátua de um índio, e descíamos ainda mais.
Terminada a descida veio o campo, onde há muitas máquinas e caminhões trasportando canas. É a cidade de Monteiros. Novamente nos perdemos, pois não há placas. Paramos e encontramos uma pessoa que podia nos dar informações, mas estava bêbado. Depois cruzamos por outra estrada muito congestionada, também paramos, só que a pessoa não sabia a diferença entre esquerda e direita... Mudamos de estrada novamente e nada de placas. Finalmente um posto! Paramos e verificamos que a estrada que deveríamos pegar era logo adiante, mas também sem nenhuma identificação, e já anoitecia.
O trajeto seguinte também não tinha nada de placaspelo caminho, mas como tinha vierificado no mapa e no GPS, parei já de noite para pedir informações para uma pessoa que esperava ônibus e ela nos informou o caminho e ainda explicou que placas não param na região, sempre as roubam.
Seguimos atravessando 4 rutas (estradas) até chegar na Nac 9, em um pedágio; faltava pouco para chegarmos na cidade Termas del Rio Hondo. Quando chegamos olhamos três hotéis e acabamos ficando no Hotel Termal Hondo. O carro não entrou na garagem e ficou na casa do dono, que morava ao lado do hotel. Uma ducha de água termal já melhorou muito. Eu e a Ayumi saímos para jantar, ao ladinho. Aqui também daria para ficar uma semana...
Fonte:
Nei Eugenio Maldaner Cidade:
Termas del Rio Hondo - Arg-EX-Argentina Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Tatiana Lopes Date: 13/10/2004
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