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Bodyboarding é simplesmente uma maneira diferente de pegar onda. Uma prancha menor e mais flexível do que a do surf, proporciona um esporte totalmente radical. Quer saber mais? Confira a matéria!
BodyBoarding é um esporte considerado radical e que pode ser praticado por pessoas de qualquer idade. Como o nome diz: body (corpo/tronco) e board (prancha), pegar onda deitado à uma prancha. Diego Zimmermann Reis é boadboarder desde os sete anos de idade e nos traz algumas dicas sobre esse esporte.
Existe três modalidades de BodyBoarding: Deitado (prone), Drop-knee (um pé e um joelho em cima da prancha) e em pé (stand-up). Apesar de ser um esporte ?recém- nascido?, pois foi inventado por Tom Morey em 1971, já é um dos esportes de maior massificação no mundo.
No Brasil, nos anos 80, a febre do bodyboard se consolidou. O esporte atraía pelo design das pranchas e surfar a onda deitado era o grande lance do momento. As duas modalidades mais praticadas hoje no Brasil são a Prone e a Drop-knee, enquanto a Stand-up é mais difundida em outros países.
Para Diego, é indicado que se faça um curso logo de início, para que o processo de aprendizado seja mais rápido e para que se tenha uma noção geral de conhecimento da pratica do Boadboarding. "Para praticar o Boadboarding é necessário saber nadar, ter um bom condicionamento físico, ter um conhecimento do local onde está surfando, além de roupa específica e prancha. Elementos como saber sobre a variação de maré, ventos, formação de onda, também são elementos básicos para o bom desempenho do Boadboarder", declara.
No estado do Rio Grande do Sul, Diego destaca Capão da Canoa como o ponto principal da prática de Boadboarding e garante que a melhor onda, se pega na Ilha dos Lobos, em Torres. Em nível nacional destaca dois estados como sendo os principais: o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.
"O Boadboarding proporciona muita adrenalina e muita radicalidade. Esse esporte faz com que se pegue ondas que seriam impossíveis no surf. As manobras são únicas, inconfundíveis e o contato com a natureza é muito bom", enfatiza o boardboarder. Ele afirma ainda que, para que não ocorra nenhum tipo de acidente, é necessário que o esportista tenha cautela, respeitando o seu limite e o limite da natureza.
Diego é Diretor Executivo da Federação Gaúcha de Bodyboarding (FGB) e competidor na modalidade Drop-Knee. Foi no ano de 2001 que se profissionalizou e passou a competir. Como membro da Federação Gaúcha, Diego afirma que o número de praticantes desse esporte no Rio Grande do Sul é muito grande, entretanto que há uma carência no apoio a essa prática esportiva e ao desenvolvimento de projetos e competições.
O Boadboarder Diego, sempre procura difundir o seu esporte. "Para quem está interessado em Boadboarding, basta que procure conhecer a essência do esporte, praticar e se aventurar com manobras radicais", incentiva.
Equipe INEMA
Fonte:
Diego Reis Cidade:
Montenegro-RS Fotos: INEMA Publicado: Vanessa Ioris DATA: 25/11/2004
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