|
Nos dias 27 e 28 de novembro de 2004, o INEMA e alguns amigos estiveram na Aldeia M'Byá Guarani, em Riozinho (RS). Confira o que César Rosseto e Carlos Stein acharam deste passeio!
Esta foi a primeira vez que César e Carlos visitaram a Aldeia indígena M’Byá Guarani, uma localidade que preserva muito fortemente a cultura guarani, além de possuir um visual impecável com total preservação do meio-ambiente. Os dois amigos não estavam sozinhos, havia mais 15 pessoas no passeio, fazendo com que tudo ficasse ainda mais interessante.
Tanto César como Carlos levaram suas filhas para o passeio. A filha de César chama-se Natália e tem oito anos, já a de Carlos é Marina, com três anos e meio de idade. Na maioria dos passeios de César, Natália vai junto. Ele diz que fazem sempre passeios relacionados à natureza. No ano passado foram esquiar juntos e, para o mês de dezembro deste ano de 2004, já estão com uma viagem planejada para Península Valdez, na Argentina. “Acho legal viajarmos juntos e poder estar em convívio com minha filha e a natureza, aprendendo a respeitar o meio-ambiente”, diz César.
Carlos também costuma viajar com Marina. Na medida do possível ele a leva junto nas viagens, pois acha importante ela ter consciência de preservação do meio-ambiente desde pequena. Ele adorou o fim-de-semana em meio a ecologia, afinal, questões ecológicas o atraem muito. “Pena que foi um tempo muito curto, com certeza é um passeio para se fazer em um feriadão: é um lugar tranqüilo, quieto, com temperatura muito agradável. É uma ótima opção, para quem não gosta de insetos, pois lá não tem!” comenta.
Segundo Carlos, o acesso à Aldeia é muito fácil e a estrada é boa. Ele diz que qualquer pessoa que tem afinidade com causas ecológicas, como ele, e gosta de locais simples e aconchegantes, deve visitar a M’Byá Guarani. “Eu recomendo para todos aqueles que têm perfil de amantes da natureza.” É válido acrescentar que, para visitar a região, é preciso ter uma autorização do Pajé da Aldeia. Quem faz o contato com o Pajé são os próprios donos da pousada do local.
Antes de chegar na Aldeia, César imaginava algo bem maior, mas depois que conheceu o local e sua história, entendeu o motivo de existirem poucos índios e a Aldeia um pouco destruída, sendo reconstruída. Mesmo assim ele gostou muito de conhecer um pouco mais sobre a vivência dos índios guaranis, além de sua filha também ter aprendido como os índios vivem. “Dá para aprender bastante coisa, é muito bom pra isso para adultos e crianças. O único problema é que alguns homens brancos, além de não ajudar, atrapalham a situação”, diz ele.
Carlos é fotógrafo há 19 anos e, neste final de semana, aproveitou para registrar algumas imagens da Aldeia, mas ele diz que não fotografou muito pois, como ele trabalha com isso, quando viaja procura fazer coisas diferentes. Segundo ele, para quem gosta de fotografar natureza e causas ambientalistas, a Aldeia é um prato cheio.
Para Carlos, a iniciativa de Paulo, que fez um albergue rústico muito aconchegante no local, aproveitando peças antigas, baias de cavalos, lareira, redes, conseguindo construir uma boa infra-estrutura para quem gosta de curtir a natureza, é muito interessante. “Para visitar a localidade, tem que estar de bem com a vida!” diz.
“O principal foi o convívio dos amigos com a natureza. É um somatório que trás energias muito boas”, finaliza César.
Contato com a Pousada "Vivências da Terra", que fica próximo à Aldeia:
(51) 9917 1774, com Paulo Fernandes.
Equipe INEMA
Fonte:
INEMA Cidade:
Riozinho-RS-Brasil Fotos: INEMA Publicado: Tatiana Lopes Date: 29/11/2004
<%insert_data_here%>
|
Marina com o seu pai
|
Cezar e Natália
|
.
|
Marina com o seu amigo Paulo
|
Marina tentando ajudar o cãozinho
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
|