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Vale da Morte: aqui também é possível fazer sandboarding.

Dunas do Vale da Morte: boas para SandBoarding

Igreja de San Pedro feita com muitos detalhes Subir na torre é uma boa dica!

Vale da Morte e Vale da Lua: tire uma tarde ou um dia para visitar com calma

Duna Grande do Vale da Lua: proibido subir pelos lados; só cruzando por cima

Reserva dos flamingos no sul do Atacama. Pena que têm poucos.

Geysers: levante cedo para chegar lá antes do sol nascer.

Depois dos Geysers, hora de um banho termal.

Com a saída do sol, fica ainda mais lindo

Pukara de Quitor: ao lado de San Pedro. Tem uma caverna. Aproveite e siga pelo rio.

Calama: cidade grande. Se seguir dos Geysers para ela, pegará muita estrada de chão

Procure descobrir datas de festas na região; vale a pena

Passo Sica: muita estrada de chão

Pukara de Quitor: Ao invés de uma visita, ficamos lá a tarde toda! É aprendizado.

Museu no Pukara de Quitor. Na cidade de San Pedro tem outro maior

Entrada da Caverna de Quitor

Caverna de Quitor: cuidado, pois parece que vai cair tudo! Leve lanterna

Lagos do Sul: tem um parque onde vale a pena passar o dia.

Caspana: Linda aldeia indígena de agricultores. Para ser visitada depois dos Geysers

Incrível a aldeia! Além de passearmos por ela toda a tarde, ainda vimos o museu.

Depois de visitar Pukara de Quitor, passeamos pelo Rio Grande.

Tem muitas bikes para alugar e visitar a região. Ou cavalos.

Aldeia de Tulor: 300 a.C.

Aldeias de Agricultores com pousadas: permitem vivenciar o dia a dia deles

Artesanatos em San Pedro de Atacama.

Igreja San Izidro: Seguindo o Riacho Rio Grande

Andarilhos Franceses

Cidadezinha de Rio Grande fora das rotas tradicionais. Toda de pedra.

Igreja da cidade de Rio Grande.

Igreja de San Pedro

Vale de la Luna, à tardinha fica mais lindo.
 
Dicas para ir ao Deserto de Atacama

O INEMA preparou algumas dicas para quem deseja ir ao Deserto de Atacama. Ayumi, Nei e Giani Maldaner estiveram se aventurando por aquelas terras em outubro de 2004. Acompanhe as dicas de Ayumi!

- Primeiramente é preciso definir o roteiro. Se não tem idéia de como fazê-lo pesquise, converse com pessoas que possam ajudar. O INEMA pode ser um de seus ajudantes, pois tês vários roteiros com GPS e tudo mais.

- Estudar por guias e internet a questão do clima das regiões por onde irão passar em todo o percurso da viagem; Vá fundo: busque detalhes, pense em onde vai se hospedar, onde vai abastecer (combustível), qual distância máxima que vai percorrer diariamente.

- Fazer relação do que vai levar na bagagem: Não leve muita coisa, apenas o essencial; A melhor coisa é fazer uma lista. Coloque ao lado de cada ítem: essencial ou trivial. Tente verificar se já há possibilidades de conseguí-los antes, assim, na hora de viajar, fica fácil e ágil;

- Levar sacos plásticos para embalar as roupas é uma boa opção para livrá-las da poeira; (e também para colocar as roupas sujas);

- Antes de partir, é necessário fazer uma revisão geral no carro e não esquecer de colocar anti-congelante no líquido de freio e, opcionalmente, no pára-brisa e no radiador, pois nos Andes se pega temperatura abaixo de zero. O diesel da região já tem componentes que não deixam congelar,como algumas pessoas haviam nos informado;

- Sempre que ligar o carro em dias muito frios, deixe ele aquecendo por alguns minutos antes de sair;

- Levar dois estepes para o carro, pois você estará sempre no meio do nada. Pela legislação dois triângulos, além de um cambão (serve para rebocar o carro - teste se você sabe utilizá-lo e se funciona caso precisar dele);

- É preciso fazer uma Carta Verde (em seguradoras de automóveis). E se o carro for da empresa, é necessário também autorização da empresa para que você possa sair do país;

- Quanto a documentação, o ideal é levar tudo em uma pasta com divisórias, para manter sempre organizado;

- Nas alfândegas aceitam identidade, mas é melhor levar o passaporte; Na volta do Chile para argentina, tivemos problemas e com isso quase não passamos, pois não aceitavam identidade. A identidade só serve par ao Mercosul. Chile, Bolívia, Peru não fazem parte do Mercosul. Porém, para chegarmos ao Atacama, aceitaram a identidade;

- A temperatura muda bruscamente, portanto é necessário levar desde roupas de verão até de inverno. Mas nada em exagero. Botas são necessárias. Sandálias não são recomendáveis; Venta muito e o frio é seco, suja muito;

- Sempre que for sair para conhecer alguma região, é bom ver o nível da gasolina para sair com o tanque cheio, pois os postos ficam longe um do outro. Na viagem não foi necessário utilizar bujão de reserva, quase sempre saímos com o tanque cheio (apenas um dia não e, por isso, foi um sufoco). Lembre-se que, se usar bujão de reserva, não pode mantê-lo dentro do carro, pois gera náuseas e mal-estar. Procure colocar em cima do carro e verifique se ele não vaza. Não encha-o demais, pois a altitude estufa;

- Para se aclimatar, durma em uma cidade perto da cordilheira com cerca de 2.500 metros de altitude. Sugerimos ficar em Tilcara, uma cidade que você vai gostar muito! Suba nos morros da antena, faça compras na feira de artesanatos. O câmbio atual facilita, deixando tudo mais barato;

- Levante muito cedo, abasteça totalmente o carro e o bujão de reserva. Suba a cordilheira sem pressa e pare quando quiser para tirar fotos e curtir a paisagem. Se quiser andar pelos salares no meio do caminho, sem problemas, você tem o dia todo para chegar a San Pedro de Atacama. Sem dúvida o Paso Jama é uma beleza e deve ser curtido;

- Não se preocupe se seu carro perder força, pois chegando aos 4800 metros, perto da Bolívia e de San Pedro, o frio vai estar intenso. Se agasalhe e curta a região. Ali você já vai ver vulcões como o Licancabur; as montanhas da Bolívia e o deserto do atacama; muitos redemoinhos ou ate mini ciclones;

- É bom ter balas de caramelo no carro para distribuir no caminho. Muitas crianças pedem. E adoram.

- Levar um mapa onde possa ir marcando os pontos por onde já passou, além do GPS para se manter sempre orientado; Existem muitos programas de mapas. No INEMA você pode ir na área de Equipamentos verificar. Muitos aventureiros deixaram seus e-mails ou telefones nas matérias para trocarem idéias;

- Filtro solar, protetor labial e hidratante são indispensáveis, e no fator maior possível, principalmente o labial, que usamos o tempo todo. O vento seco e frio faz com que você não note que esta sendo queimado;

- É importante beber muita água, além de mastigar folhas de coca ou beber chá das mesmas para evitar possíveis dores de cabeça; Mas lembre-se que no Chile não é permitido folhas de coca, lá tem chás industrializados. A dica é fazer chá na saída da Argentina para a cordilheira;

- O ideal é sempre ir em dois ou três carros, pois de uma cidade a outra é tudo muito distante, assim você fica mais seguro;

- Use sistema de comunicação, como rádios. Defina como será sua comunicação. Em situações de emergência, ser ágil é a melhor atitude. Procure lembrar que o rádio consome baterias, portanto leve reservas;

- Para cada deslocamento que for fazer na região é interessante levar lanches, pois não existem muitos lugares para comer; Às vezes não existe nem água para tomar, por isso sempre tenha muita água. Bebidas energéticas e barras de cereais podem ser uma boa opção para reserva;

- Saúde é tudo. Numa viagem ainda mais. Se previna. Tenha sempre um agasalho leve, use chapéu sempre que for para o sol. Os de expedições com abas de todos os lados é muito útil. Tenha um capuz para a noite: frio e calor trazem gripe;

- É preciso ter um kit de primeiros socorros com: aspirina, tilenol, entre outros, além de um tubo pequeno de oxigênio para possíveis faltas de ar com a altitude; Quase ninguém tem problemas graves com a altitude, mas se tiver o oxigênio é interessante, ainda mais no meio do nada. Soubemos de pessoas que, além das terríveis dores de cabeça, tiveram náuseas e outros desmaiaram. Claro que, se você for se aclimatando, isso dificilmente vai ocorrer, mas vale a pena ter o oxigênio junto. Não esqueça de verificar como funciona e mostre tudo isso ao grupo, pois se caso você ter problemas ou não estarem todos juntos em certo momento, eles saberão utilizar tanto o oxigênio como outros medicamentos;

- Para ter acesso a muitos pontos turísticos, é necessário pagar. Verifique se você está levando dinheiro, muitas vezes só aceitam dinheiro local;

- Existem vários lugares onde é possível acessar a internet; Verifique os melhores horários, pois quando muitas pessoas acessam ao mesmo tempo, não funciona;

- Há muitos lugares onde você pode gravar suas fotos da viagem em CD. Depois de gravar, vá em outro micro testar. Guarde bem as fotos para não pegar sol, bater, quebrar;

- Anote tópicos diariamente, pois é muito eficaz. Ou então, se tem muita foto para tirar, pode usar a máquina para registrar dados, placas, relógio, GPS;

- Em San Pedro, há muitas opções de restaurantes à noite. Se come muito bem por lá. Também existem casas noturnas, que fecham geralmente a meia-noite. Mas as pousadas tem locais para fazer janta, reunir amigos e comer ali mesmo;

- Existem hotéis de diversos níveis, e todos muito bons. A aparência externa pode assustar para quem foe pela primeira vez por causa da poeira; parece meio abandonado. Faça como a gente: Olhe bem cada um. Levamos mais de duas horas verificando os hotéis, olhando quartos, banheiros, até que conseguimos um ótimo por ótimo preço;

- Garrafas térmicas têm grande utilidade. Se for possível, levar duas;

- Para quem gosta de fazer piqueniques, levar fogareiro é uma boa opção; Mas firme bem os equipamentos, pois tudo pula muito nas estradas de chão;

- Se for ao Vale de la Luna, em San Pedro, o ideal é chegar pelas cinco horas da tarde para ver o entardecer; Analise as alternativas de visitas que se tem e os dias;

Divida os passeios longos e os curtos, assim você pode conhecer o Vale da Morte, o Vale de la Luna, o Pukara de Quitor. Nos Geisers, você precisa chegar antes das 7 horas da manhã, ou seja, antes de clarear. Os melhores momentos são durante todo o nascer do sol. As imagens melhores para as fotos são quando o sol mostra seus primeiros raios. Isso até as 8 horas, depois os geiseres param. É possível tomar banho térmico no local, além de programar alguma coisa durante o dia. Ali em toda a volta há inúmeras cidades fantásticas, recomendamos a região de Caspana;

- É importante você não se misturar em grupos que não façam seu estilo para não gerar conflitos. Se seu grupo tem estilos diferentes, é bom dividí-los, assim todos vão curtir ao máximo à sua maneira de ser. É interessante ter cuidado com a escolha de um passeio contratado: Será que você vai gostar do jeito que eles irão passar por cada lugar?

- No caminho, vale a pena conhecer a cidade argentina de Salta, pois é muito bonita. Lá os preços são bons e tem muita variedade de coisa para comprar. Certas compras de artesanato andino podem ser feitas nas cidades argentinas, pois na época atual, o câmbio estábom, inclusive em Salta. Se for à região dos vinhos - Cafayate - além da linda paisagem, é ainda uma cidade de artesanatos com preços que nos fizeram trazer o carro cheio de presentes para a gente e para os amigos;

- Não é bom pegar a estrada na parte da cordilheira à noite. Além de não ser possível ver nada, é muito perigosa. Fique pelo caminho: no Paso Sico em San Antonio de los Cobres e, em Paso Jama em Susque, cidadezinhas lindas. De dia, mesmo parando muito, você consegue atravessar a cordilheira toda em um dia. Com tanque de combustível totalmente cheio;

- Saindo do Brasil e entrando na fronteira com a Argentina, é bom trocar dólares por peso argentino, pois na volta poderá precisar. É preciso ter cuidado com os feriados argentinos, pois casas de câmbio podem não funcionar. Como em todos os países, existem os cambistas nas praças, é uma opção. Mas a melhor cotação é na alfândega, lembre-se de ter dinheiro para ir e voltar, no caso nosso não tinha câmbio para fazer quando viemos do Chile para a Argentina e não aceitavam outra moeda que não fosse o peso argentino. Na aduana brasileira eles trocam os pesos por reais novamente, caso sobrar;

- Cartões de crédito são uma opção, os postos de gasolina aceitam. Nem todos, por isso não fique no limite de combustível se você pensar em utilizá-los;



Mande suas Aventuras para o INEMA!
- Tire muitas fotos, mande todas elas para que possamos publicar no INEMA, assim podem servir de estímulos e exemplos para outros aventureiros. Mande suas anotações, seus arquivos de GPS seus mapas e preparação;

- Podem ser fotos digitais ou não. Para o INEMA quanto mais melhor, e não importa se são boas ou não!!! O importante é que elas estimulem e mostram detalhes, fazendo com que todos podemos viver os mementos, relembrar ou ajudar a planejar;

- Os textos, relatos sobre suas viagens, poderão ser enviados para a nossa equipe. Ainda se quiser, é possível vir ao INEMA pessoalmente para fazer entrevistas ou ainda nos ligar para que façamos inúmeras matérias;

Dica de GPS: GPS Garmin, e o programa de computador GPS MAPSouce, e outro Trackmaker gratuito. Dúvidas? Veja na área de equipamentos, tanto dicas como os arquivos.
http://www.gpstm.com/
http://www.garmin.com


Equipe INEMA

Fonte: Ayumi Miyazaki
Cidade: Porto Alegre-RS-Brasil
Fotos: INEMA
Publicado: Tatiana Lopes
Date: 03/12/2004 <%insert_data_here%>

Dividir a direcão é uma boa!

Aprovietar o momento na estrada é legal, mas se perde tempo... Planeje bem isso.

Parávamos sempre que anoitecia, assim levamos 4 dias ao invés de 3.

Na reta argentina do Chaco há muitos animais. Cuidado!!!

Cuidado com os animais!!!

A estrada de Chaco tem muitos buracões. De noite nem pensar.

"Gaúchos Argentinos" - a toda hora víamos alguns bem a seu estilo!!!

Tínhamos poucos pesos, e era feriado... O posto não aceitava cartão!

Quebradas de Tilcara - pernoitamos na cidade

Tilcara - Cidade autêntica andina, vale a pena conhecer.

Esperamos sair o sol em Tilcara para fotografar

Paso Jama, região belíssima: tem que ser curtida com calma.

No caminho, pessoas vendendo artesanatos

Paramos sempre. Assim fomos curtindo a cordilheira sem pressa!!!

A subida do Paso Jama é rapida. De 2.500m subimos para 4.000. O asfalto é bom.

As paradas ajudam a aclimatar

Giani sentiu a altitude, o sol forte, o frio seco e a emoção do Paso Jama

Descemos mil metros e, ao fundo, o Salar

Não tenha pressa, não force o carro!!!

Salar grande no Paso Jama

Artesanatos do Salar Grande

Vicunhas no Salar

Brincamos no Salar: andamos por ele fora de estrada.

Lhamas, ao lado do Salar Grande

Depois do Salar Grande, Paso Jama, com grande quantidade de cactus.

Outro Salar, também a mais de 3.400 metros. Neste termina o asfalto argentino.

Menos de 100 Kms de estrada de chão até a Aduana e, depois, asfalto Chileno.

Alfândega argentina... A Chilena, agora, só na cidade de San Pedro de Atacama

Touca e óculos ajudam muito, principalmente a touca

4.800 metros de altitude: região dos vulcões Licancabur e da divisa com a Bolívia.

Licancabur, ainda subiremos lá!!

Na ida, passamos por uma corrida de carros antigos. Paramos para ver e atrasamos a viagem

Salta, na Argentina: muita beleza. Cidade para ficar dias...

Cafayate: muita paisagem e vinho, além de artesanatos

Verifique sempre o carro ou leve em uma oficina

Andes Argentinos: muita coisa linda; povo agradável e tudo muito barato
  Evento 2072 - INEMA no Atacama 2004 - Los Perdidos

   Aqui os Albuns e Fotos



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