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De Guaíba com destino a Pelotas, RS, a 7ª Cavalgada Cultural da Costa Doce, ocorrida entre 14 e 21 de janeiro de 2006 reuniu tradicionalistas apaixonados pelos cavalos, como o é Luciano Piltcher, mais uma vez participante da festa.
Médico na cidade de Pelotas, RS, onde reside, Luciano Piltcher, 45 anos, tem outras paixões além da medicina. Adorador dos cavalos e do tradicionalismo, o gaúcho, há cerca de dez anos, se envolve com cavalgadas, sempre acompanhado dos amigos, seus grandes incentivadores, e do seu cavalo.
A cavalgada da Costa Doce, que tem o fim de seu trajeto em Pelotas, é conhecida de Piltcher há bastante tempo. "Já participei de quase todas. Passamos o ano inteiro entre um assado e outro nos preparando para a próxima." Na 7ª edição, realizada em 2006, não poderia ser diferente, mais uma vez, lá estava o cavalariano, curtindo todas as belezas da região, da maneira que mais lhe agrada, sob o lombo de um cavalo.
Com a experiência de quem esteve já na primeira Cavalgada da Costa Doce, Piltcher avalia que a deste ano, se comparada as anteriores, esteve melhor organizada, feliz, harmônica, e para sua alegria, com o trajeto maior, foram aproximados 250 km de percurso. O grupo que trabalhou na organização do evento, para ele, esteve excelente, mérito do General Carlos Souza Gonçalves e da esposa Neli.
Guaíba, Barra do Ribeiro, Tapes, Arambaré, Camaquã, São Lourenço Do Sul, Turuçu, Pelotas, cada cidade por que o grupo da 7ª cavalgada passou guarda seus encantos. Piltcher, apesar de já conhecer a região, sempre consegue ver os lugares por outras perspectivas e encontrar novas belezas. "Quando se está montado no lombo de um cavalo é possível curtir todos os locais por onde se passa com outros olhos, então todos eles deixam alguma lembrança."
Enfrentando chuvas em alguns trechos, Piltcher acompanhou a cavalgada com determinação, alheio ao tempo. Para ele, se há chuva ou sol, não importa, não ajuda nem atrapalha, tudo é simplesmente a natureza, componente da festa. Importante mesmo, é poder estar com os amigos e cavalos cultivando as tradições gaúchas e aproveitando bons momentos de descontração. O melhor deles, elege, foi o churrasco que assou com os cavalarianos em Turuçu.
As cavalgadas, o médico já esteve em várias e para ele, todas são boas, "uma oportunidade de me desligar do avental de médico," diz. É quando a adrenalina sobe e os compromissos do dia-a-dia dão lugar emoção e ao prazer de montar, fotografar e harmonizar com o grupo.
Equipe INEMA
Fonte:
luciano g. piltcher Cidade:
Pelotas-RS-Brasil Fotos: Tatiana Martins Gutheil Publicado: Michele Wesner Fernandes Date: 01/03/2006
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