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A Expedição Agrale Marruá aconteceu de 05 a 20 de março de 2006. Confira como foi o sexto dia, quando alto astral e muita determinação tomaram conta dos participantes!
Depois de seis dias nas trilhas, motivação é destaque entre participantes e organização. Nem a poeira excessiva, nem a falta de sono ou mesmo o cansaço pelas 12 a 15 horas diárias pelas trilhas. Nada conseguiu tirar o alto astral e a motivação que todos da caravana da expedição Agrale Marruá demonstram desde a saída, em Caxias do Sul.
Pelo contrário, o entrosamento entre as duplas, a oportunidade de conhecer de perto as habilidades do Marruá e a vontade em enfrentar desafios cada vez mais rigorosos só tem aumentado o ânimo e a energia do grupo.
"Esses seis primeiros foram fantásticos. A chance de conhecer novas pessoas, as situações de emoção. A robustez do Marruá. Mal vejo a hora de chegar ao
Pantanal", comenta Paulo Sotello, de São Paulo, um dos suplentes ao lado de Mônica Rossi.
Toda essa animação é traduzida em muita brincadeira, companheirismo e também seriedade. Tudo nos momentos certos. A interação do grupo também pode ser vista no relacionamento estreito criado entre os integrantes da organização e os jornalistas que acompanham a expedição. Esses profissionais têm enfrentado, ao lado dos participantes, todos os desafios para poderem mostrar a realidade de um evento de aventura como este.
Para André Costamilan, do jornal Pioneiro e Grupo RBS, a participação na expedição está sendo sensacional. "Estamos tão integrados à caravana que não há distinção entre os participantes e os jornalistas. Houve dias em que foi uma correria para escrever a matéria e mandar para o jornal. Por outro lado, só assim podemos realmente avaliar o grau de dificuldade e seriedade da expedição", comenta André.
"O evento da Agrale é mais que uma expedição. Mistura aventura, viagem e ações sociais. Não estamos só percorrendo milhares de quilômetros para testar os veículos marruá. Fazemos parte de uma nova família que se fortalece a cada novo dia", destaca James Garcia, jornalista da revista 4 X 4 e Cia.
Conhecendo mais os participantes
"Os Irmãos Metralha"
Desde o início, uma dupla - que virou trio - chamou a atenção da organização e foi a primeira a ganhar um apelido: Irmãos Metralha, graças ao estilo irreverente e arrojado e por usarem lenços no rosto para proteger da forte poeira. Brincalhões, cheios de energia e rápidos, bem ao estilo "Bad Boys", Rico e Gringo (e depois Sotello), a bordo do Marruá número 2, são as provas de que é possível cumprir tarefas e seguir planilhas sem deixar de se divertir.
Gringo
Jonathan Burt é solteiro, médico-veterinário e tem 23 anos. Além do "off-road", Gringo pratica espelhologia (estudo das cavernas), escalada e mergulho. "Gosto muito de explorar e conhecer coisas novas e não podia ficar de fora da Expedição Agrale Marruá. A aventura está sendo ótima e, junto com meus 'irmãos', estou me divertindo muito". Para ele, os veículos Marruá têm mostrado muita robustez (acima de qualquer outro que já pilotou) e versatilidade.
Rico
Ricardi Menegheni, de Atibaia, tem 31 anos e é consultor em energia elétrica. Casado e pai de uma filha, Rico pratica surf e esportes aquáticos em geral. "O apelido de Irmãos Metralha foi mais uma boa surpresa da expedição. Realmente, procuramos nos divertir, mesmo nos momentos mais sérios. O bom-humor é essencial em um evento longo e cansativo com a expedição". "Com relação aos jipes, eu já havia feito um test drive em Campinas e eles são ótimo, com destaque para o motor, a suspensão e o câmbio", comenta Rico.
Sotello (suplente)
Paulo Sotello é paulista, casado e também tem uma filha. Gerente de Projeto na área de informática, Paulo é apaixonado pelo jipe Marruá. "O veículo é espetacular. Nenhum tem o mesmo desempenho ou uma suspensão tão boa".
Com relação à expedição, Sotello destaca como pontos altos a organização e o trajeto, com a escolha que mesclam trechos rápidos e lentos, trilhas fechadas com estradas de terra batida e, na segunda fase, o cenário do Pantanal.
Em Cascavel o primeiro circuito especial da expedição
Participantes realizam três tarefas com pontuação para o Troféu Agrale, em Cascavel. Foram realizadas três tarefas, no total de 1.500 pontos, velocidade, conhecimento técnico e de direção.
As duas primeiras já aconteceram pela manhã: a Caça ao Pneu e de Conhecimento Técnico. Na "Caça ao Pneu", a comissão organizadora retirou o pneu, o macaco, a chave de roda e as porcas de todos os veículos e escondeu dentro as instalações da concessionária Agrale da cidade.
Os participantes tiveram uma hora para procurar, achar as suas peças e montar de volta no carro. Os vencedores foram José Dilceu Quoss, o Amigão, e Zenoir Antonio Schiochet, do jipe Marruá número 4. Eles completaram a tarefa em apenas 12'22". Em segundo lugar ficou a dupla dos Irmãos Metralha, formada por Gringo e Rico, com 13'20" e em terceiro, Valbuena e Tapajós, com 36'08".
Por não terem dado o torque (aperto) devido nas porcas da roda, as duplas Carlão/Regadas, Caloca/Leo, Andersen/Rizzato e Mello/Cavalli foram penalizados, apesar de terem feito tempos melhores.
A segunda prova foi de conhecimento técnico. Os organizadores retiraram duas peças de cada carro e colocaram sobre o capô. As duplas tinham que saber que peça era, remontá-la no carro e fazer o motor funcionar. O primeiro lugar ficou com a dupla Gringo/Rico, seguidos por Valbuena/Tapajós e Amigão/Zenoir. Todos concluíram a prova e ainda receberam 50 pontos extras.
Fonte:
Expedição Agrale Marruá Cidade:
Cascavel-PR-Brasil Fotos: Ayumi Miyazaki Publicado: Michele Wesner Fernandes Date: 23/03/2006
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Amigão/Zenoir
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Valbuena/Tapajós
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Rico/Gringo
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Carlão/Regadas
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Costamilan/Nauri
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Leo/Caloca
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Ceres/Dani
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Costamilan
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James-4x4&Cia
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Sotello
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Mônica
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Mello/Cavalli
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Rizzato/Andersen
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