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EUA faturam Fast Triathlon Masculino

O norte-americano Andy Potts foi o grande nome do Mundialito de Fast Triathlon Masculino 2006, disputado no dia 05 de março de 2006, na praia de Canasvieiras, em Florianópolis/SC.

O carioca Virgílio de Castilho foi o 3º colocado na classificação geral e ajudou o Brasil a conquistar o vice-campeonato por equipes.

Andy, considerado o melhor nadador do mundo na modalidade, venceu as três baterias disputadas, garantindo assim o título individual e ajudando os Estados Unidos a conquistarem o bicampeonato por equipes, com um total de 133 pontos. A luta pela vitória foi travada contra a equipe do Brasil, que somou 111 pontos e ficou com a 2ª colocação. Nosso melhor triatleta acabou sendo o carioca Virgílio de Castilho (que compete por Santa Catarina), 3º colocado no individual geral.

Incentivados por um público de aproximadamente 20 mil pessoas, os brasileiros tentaram acompanhar o ritmo dos norte-americanos, mas já na natação Potts mostrou que estava em excelente forma. O americano foi o primeiro a sair do mar de Canasvieiras e iniciar a transição para o ciclismo. Na corrida, ele administrou a vantagem e venceu a primeira bateria com certa folga, marcando 15 minutos e 4 segundos, exatos 8 segundos na frente do 2º colocado, seu compatriota Matthew Reed. Em 3º lugar chegou o brasileiro Reinaldo Colucci, de São Paulo, com o tempo de 15 minutos e 21 segundos, com Castilho ocupando a 4ª colocação. "A prova aconteceu em um ritmo forte, com muito calor, mas o incentivo do público fez a gente se esforçar ainda mais", conta Potts.

Na bateria seguinte, o Brasil procurou encostar nos norte-americanos, mas Potts estava se sentindo muito à vontade na prova e venceu pela segunda vez, com o tempo de 15 minutos e 14 segundos. Castilho foi o 2º colocado (15min21seg) e o também brasileiro Reinaldo Colucci o 3° (15min23seg). Nesta bateria, o paranaense Juraci Moreira Jr. (também federado em Santa Catarina) acabou perdendo muito tempo na transição, por causa de problemas com a sapatilha, deixando-o em 9º lugar e prejudicando o Brasil na pontuação por equipes. ?O Fast, como o próprio nome diz, é uma prova muito rápida e qualquer erro pode comprometer o resultado?, explica Moreira.

Mas, na bateria final, o paranaense fez uma prova limpa e chegou na 2ª colocação, a 4 segundos do vencedor, novamente o norte-americano Andy Potts, que cravou 15 minutos e 11 segundos e garantiu o título individual e também por equipes aos Estados Unidos. Em 3º lugar veio seu compatriota Reed. "Não esperava vencer as três baterias. Como o Brasil tinha a equipe mais homogênea, procurei fazer o melhor e felizmente deu certo", frisa o campeão, que ganhou um banho de chope dos adversários brasileiros.

A prova foi realizada em um percurso montado na Avenida das Nações, em três baterias de aproximadamente 15 minutos de duração cada. Em cada etapa, os triatletas tiveram que percorrer 250 metros de natação no mar de Canasvieiras; 4.000 metros de ciclismo, totalizando cinco voltas em um circuito de 800 metros; e mais 1.400 metros de corrida, em duas voltas de 700 metros. Entre as baterias aconteceram pequenos intervalos para descanso, o que exigiu recuperação rápida, velocidade e consistência dos participantes.

O Mundialito de Fast Triathlon Masculino fez parte dos Jogos Mundiais de Verão da Rede Globo, emissora realizadora do evento, e teve transmissão ao vivo no programa Esporte Espetacular. A prova foi patrocinada pela Prefeitura de Florianópolis, Governo do Estado de Santa Catarina, Banco do Brasil, Goodyear, Wizard, Oi e Sedex, com apoio do site ativo.com e da revista Tri Sport. A produção e a organização foram da Gayotto Marketing Esportivo.

Pensamento no Pan - Após ajudar o Brasil a conquistar o vice-campeonato do Mundialito e garantir o 3º lugar no individual, o carioca Virgílio de Castilho já falava em representar bem o País nos Jogos Pan-Americanos, que acontecem em 2007, no Rio de Janeiro. "Quero trocar a medalha de prata que ganhei em Santo Domingo (na República Dominicana) por uma de ouro aqui no Brasil. Fizemos uma boa prova, a torcida nos incentivou o tempo todo e agora precisamos trabalhar ainda mais forte para o Pan", ressalta Castilho.

A torcida verde-amarela, aliás, roubou a cena na premiação. Após escutarem o hino dos Estados Unidos, campões por equipes, as cerca de 20 mil pessoas fizeram questão de cantar o hino nacional brasileiro, como uma forma de agradecer o empenho de nossos triatletas. "A vibração do torcedor, gritando nosso nome e Brasil, nos dá muita força, principalmente quando estamos esgotados", explica Colucci.

Torcida também foi japonesa - Os triatletas japoneses ficaram impressionados com o carinho do torcedor de Florianópolis durante a prova. Ainda na primeira bateria, quando Taichi Inudo passou em último lugar, os brasileiros passaram a incentivá-lo. Coincidência ou não, o japonês melhorou seu rendimento e, de 18º, conseguiu a 16ª colocação nas outras duas baterias. "Fiquei muito feliz da torcida do Brasil estar nos incentivando. Me surpreendeu bastante, pois nunca tinha acontecido isso em nenhum outro País", conta Inudo.

Fonte: Marcelo Roggia
Cidade: Florianópolis-SC-Brasil
Fotos: Marcelo Roggia
Publicado: Élen de Cássia Pereira
Date: 31/03/2006 <%insert_data_here%>

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