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Câmera aquática, videomaker, produtor, praticante de Windsurf, Kitesurf e wakeboard. Ufa! Isso tudo faz parte da rotina do esportista aquático Cláudio Moreira Lima.
Não, ele não é peixe, nem tubarão, nem cavalo marinho. É sim um jovem de 32 anos apaixonado por esportes aquáticos e que conseguiu unir paixão a um meio de sobrevivência. "Minha fonte de inspiração está no mar, por isso busco estar sempre conectado a ele. É dos esportes aquáticos que eu mais gosto, não teria como meus filmes não falaram sobre isso", alega ele que é responsável por três documentários, sendo um exclusivamente sobre Windsurf.
Para dedicar-se integralmente a produção ele optou por não participar de campeonatos, embora tenha viajado por diversos estados do Brasil para velejar: Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceara. "O esporte me faz feliz, me sinto livre quando estou velejando, com a sensação de pura liberdade. Ficaria ali pra sempre", define Cláudio que devido a escassez de tempo aproveita os finais de semana e os horários disponíveis para velejar nas praias de Ilhabela, Floripa, e Ceara.
Dos esportes que pratica, elege como seu predileto o kitesurf mas já gostou igualmente do windsurf. Ele explica que a escolha deve-se ao vento favorável para cada um dos esportes: "Hoje tenho a preferência pelo Kite pois em São Paulo, onde moro, os ventos (moderados) são mais propícios para essa prática. O windsurf, porém, precisa de mais vento pra ser tão radical quanto o kite. Mas para quem mora no nordeste ou em locais com ondas grandes e condições de ventos fortes, o windsurf acaba dando um show e, nessas condições, ainda é meu favorito".
Este amor pelo esporte provém do incentivo dado pelo irmão Paulo, que veleja de windsurf desde que o entretenimento chegou ao Brasil, por volta de 1975. "Ele me incentivou a iniciar aos 15 anos, depois disso não parei mais". Com o aprendizado obtido do irmão é ele que dá dicas para iniciantes e alerta para a necessidade de procurar profissionais especializados: "As pessoas leigas olham os kitesurfistas empinando suas pipas e acham que podem fazer o mesmo com a mesma facilidade. No entanto, não sabem que correm sérios riscos de vida se fizerem sem ajuda de um instrutor qualificado pra tal. Por isso é importante procurar uma escola de confiança e que esteja no mercado algum tempo".
Ele agradece o apoio recebido em seus projetos não só a Water Sports Brasil, SPY, HI WINDS ,KITESUL, kitesurfmania e windsurfmania, mas também aos familiares: "Agradeço a minha família que acreditou junto comigo que meu sonho poderia ser real. Tenho foco igual as da MORALINA: Se você faz o que realmente gosta tudo dará certo em algum momento", diz ele que tem motivos de sobra para comemorar.
Equipe INEMA
Fonte:
Claudio Lima Cidade:
São Paulo-SP Fotos: Claudio Lima Publicado: Raquel Wainstein DATA: 19/04/2006
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