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Diversas missões aéreas foram realizadas no dia 8 de novembro, como parte das atividades da Operação Pampa 2006. Aproximadamente 23 aeronaves deram um show no céu e simularam vários exercícios de guerra.
Estas aeronaves compõem a Força Aérea Componente 103 (FAC 103) que é comandada pelo Brigadeiro-do-Ar Nivaldo Luis Rossato, responsável pelo planejamento e execução das missões aéreas de acordo com os objetivos estabelecidos pelo Comandante do Teatro de Operações Sul.
De acordo com o Brigadeiro, um dos principais fatores que diferenciam uma guerra simulada de uma guerra real é a condição emocional dos militares envolvidos. Porém, a inteligência logística, o planejamento e a mobilização são realizados com excelência, visando o melhor preparo possível em cada ação.
Sobre os desafios, o Brigadeiro Rossato comenta que a Operação permite que haja um aperfeiçoamento contínuo das três Forças Armadas. Sendo assim, o acompanhamento dos Exercícios e a simulação do país inimigo proporcionam uma auto-avaliação do que é treinado.
A Direção do Exercício (DIREX), no nível da Força Aérea, é uma estrutura composta por militares especialistas de diversas áreas e está incumbida de acompanhar, de forma muito organizada, o desenvolvimento da guerra aérea simulada, controlando a Força Aérea do país inimigo, para que existam missões de ataque e defesa contra o país azul.
A Célula de Operações Correntes (COC) é o setor da FAC 103 que acompanha, em tempo real, o desenvolvimento da guerra aérea. Informações dos radares posicionados em terra e, também, dos radares existentes nas aeronaves R-99 A, possibilitam uma visualização total do Teatro de Operações. O Comandante da COC, Coronel Osmar, relata que quando algo não está de acordo com o planejado, a COC intervêm e redireciona os meios do Exercício.
Para o Comandante do DIREX, Brigadeiro Élcio Picchi, os mecanismos de controle, através do COC são fundamentais e desenvolvem uma atividade muito importante. Sendo assim, avaliar o exercício realizado torna-se mais fácil. ''Nunca atingimos a perfeição, mas os treinamentos motivam nossa melhoria'', afirma. Além disso, o Brigadeiro conta que o mais gratificante da Operação Pampa é perceber o crescimento das Forças Armadas de maneira integrada.
Aeronaves que decolaram:
F-5M: Defesa Aérea e escolta
A-1 e AT-26: Ataque ao solo
RA-1: Reconhecimento Aéreo
T-27: Reconhecimento visual
R-99A: Controle Aéreo Avançado
KC-130: Reabastecimento em vôo
P95: Controle Aéreo Avançado
H-1H: Reconhecimento Visual
Mais Informações:
site: www.pampa.mil.br
Fonte:
INEMA Cidade:
Canoas-RS-Brasil Fotos: Ayumi Miyazaki Publicado: Fabiane Castro Date: 08/11/2006
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