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Nei Maldaner partiu de Porto Alegre-RS, no dia 11 de novembro de 2006, para uma aventura incrível. Navegou por um mês cruzando o continente antártico e agora compartilha conosco essa maravilhosa experiência.
Cruzar o continente Antártico, avistar a natureza através dos pingüins, focas, baleias, visitar estações históricas onde os pesquisadores traçam seu rumo. Essa é uma experiência maravilhosa que permite refletirmos sobre a dimensão do planeta. Ousar a realizar essa aventura é sentir uma sensação de gratificação, por saber que poucos chegam nesse lugar, seja por dificuldades, ou até mesmo pelo frio.
Para Nei Maldaner, navegar 5mil milhas da América do Sul, atravessando o círculo Polar Ártico, foi viver uma de suas mais emocionantes aventuras. O entusiasmo tomou conta de Nei. Em meio à neve, ele sentiu-se como uma criança, que faz descobertas, que pula, brinca, que é feliz. Essa sensação aliada ao sentimento de liberdade fez com que uma das regiões mais frias do planeta, aquecesse o seu coração na adrenalina de estar ali.
Registrar cada momento é algo que não poderia fugir de sua atitude. Afinal, eternizar esses momentos é compartilhar com as demais pessoas essa experiência maravilhosa, sendo também para Nei, uma maneira de reviver cada momento. Roupas pesadas e mente leve. As imagens captadas não negam essa expressão e confirmam a satisfação desse aventureiro.
As pessoas que lá estavam também vivenciaram esses belos momentos. A integração foi fundamental para tornar essa viagem ainda mais especial. Formou-se ali uma família durante um mês. Nei, juntamente com essas pessoas, sobrevoou de helicóptero, correu sobre as montanhas de pedras, trocou idéias. Afinidades, paixão pela natureza e gosto pela fotografia estavam reunidos. Cada pessoa fez a diferença para Nei, que compartilhou com elas o seu dia a dia na Antártica. Diversas culturas, idiomas diferentes. Mas um objetivo em comum: Aproveitar as maravilhas que a vida oferece, entre elas, a amizade.
Viver essas experiências, proporciona uma paz ao espírito, que permite mais tempo para organizar nossas idéias e traçarmos novas metas. O sorriso de Nei reflete esse estado de espírito. Além disso, submeter o caminho às condições do gelo, do clima e da vida selvagem é adaptar-se de forma a ser flexível e disposto. Nei afirma que estar nesse lugar é adquirir um precioso aprendizado, que vai muito além de um sonho realizado.
A cada dia uma descoberta, um detalhe que se torna especial. Assim, Nei venceu a ansiedade da viagem até entrar no Navio. Ficou parado dentro da embarcação ao mar por causa dos icebergs, sem poder avançar, pegando algumas gripes. Conheceu pessoas de outros países, aprendeu com a diversão e a diversidade. Tudo valeu a pena, tudo foi vivido intensamente.
Equipe INEMA
Fonte:
Nei Eugenio Maldaner Cidade:
Antártica-Ex-Antartica Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Debora Americo da Silva Date: 12/12/2006
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