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A 8ª Cavalgada Cultural da Costa Doce contou com a participação e com a experiência do Sr. Justino Sanches. Confira nossa conversa com ele!
Apesar dos 68 anos e uma boa experiência com cavalos, essa foi a primeira vez que o Sr.. Justino Sanches participou da Cavalgada Costa Doce. Morador de Pelotas, apaixonado por cavalos e pela cultura gaúcha, ele diz que o cavalo é acima de tudo seu amigo.
Foram muitas pessoas participando do evento, mas Justino era especial: era o cavaleiro mais velho de todos, motivo de orgulho para ele. Ele se considera uma pessoa muito corajosa por enfrentar esse desafio. O preparo dele para o evento começou cedo. "Eu era o mais velho, então tive que me preparar bastante para não cansar", brinca. O preparo do animal foi fundamental, o que ajudou durante o trajeto. Foi necessário também levar todos os apetrechos necessários para que tudo ocorresse da melhor forma possível.
Para o cavaleiro, a organização foi excelente e fundamental para que desse tudo certo durante a cavalgada. Carlos Gonçalves, o organizador do evento, soube preparar cada detalhe, segundo Justino. E isso incluiu a segurança do pessoal. Com rotas bem preparadas, visando o bem estar e segurança dos cavaleiros, todos puderam aproveitar todos os momentos.
Sanches lembra que cavalgava com passos lentos para não cansar o animal, o que valeu a pena. Em cada cidade que passavam, um pouco da história daquele lugar era mostrada, muitas vezes causando surpresas em que passava. Nos acampamentos a música rolava solta, as dançar típicas e as brincadeiras. Muito churrasco e comida campeira fizeram parte da vida dos cavaleiros durante o evento.
?Em qualquer aventura que se faz, sempre tem alguma dificuldade?, disse Justino. Às vezes tinha um ventinho, às vezes bastante sol... Ou até mesmo chuva (muita chuva!). Mas isso é o de menos se comparado com o prazer que eles sentem em estar com os amigos. "Esse tipo de dificuldade é mínima, faz parte do cotidiano dos cavaleiros" disse.
Quando perguntamos qual foi o melhor momento da cavalgada, Justino ficou um pouco na dúvida "não existe melhor momento, todos são bons! Conhecer mais sobre a história do Rio Grande do Sul, ver o folclore do nosso estado, saborear as comidas típicas de cada lugar que passávamos...mas certamente andar de cavalo não tem comparação, esse pode ser considerado o melhor momento. Para mim o cavalo é o melhor carro do mundo". As amizades feitas durante a cavalgada serão sempre lembradas.
Terminar a cavalgada com êxito e com o animal em bom estado era o que Justino esperava. "Graças a Deus acabou tudo bem, não tivemos problemas e meu cavalo estava em perfeito estado" falou. Segundo ele, além de mostrar a cultura do Rio Grande do Sul, a cavalgada tem uma influência psicológica sobre os cavaleiros. "A lagoa transmite uma coisa muito boa espiritualmente...além de ser maravilhosa transmite paz! Já estou preparado para o ano que vem" disse.
Para encerrar, Justino gostaria de agradecer à Carlos Gonçalves, que está sempre preocupado em fazer o melhor pelos cavaleiros e que não mede esforços para divulgar a região da Costa Doce e a história do povo gaúcho, às pessoas que participaram e ao INEMA, que preocupa-se em divulgar eventos como esse.
Equipe INEMA
Fonte:
Justino Sanches Cidade:
Região da Costa Doce-RS-Brasil Fotos: Osvaldo Correa dos Santos Publicado: Daniela Silveira Farias Date: 08/02/2007
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