|
Em perfeita integração com os gaúchos, o pessoal do estado vizinho está mais uma vez presente na Cavalgada do Mar. Confira nossa conversa com José Libori Ludwig!
Pela 4ª vez na Cavalgada do Mar, o Piquete Tropeiros do Bom Retiro, desloca-se de Florianópolis/SC para fazer parte de um dos maiores eventos tradicionalistas do Rio Grande do Sul. "Quando acaba uma cavalgada nós já começamos a nos prepar para a próxima", diz José Libori Ludwig. O grupo conta com 8 cavaleiros e 2 pessoas na equipe de apoio. Os preparativos são sempre os mesmos, segundo ele, mas mesmo acostumados com a época que antecede o evento, os cavaleiros de Santa Catarina já ficam ansiosos para chegar ao Litoral Norte do Rio Grande do Sul e fazer parte dessa festa!
"Ninguém aprende a gostar de cavalos, isso já está no sangue", comenta José. Para eles, a cavalgada já virou um passeio, que eles fazem por pura diversão, porque realmente gostam. Por esse motivo, os amigos apelidaram a Cavalgada do Mar de "Cavalgada Light". A integração e o companheirismo do pessoal é o que mais motiva os cavaleiros. Eles ressaltam que os gaúchos recebem o povo do estado vizinho muito bem, o que faz eles retornarem no ano seguinte. O pessoal de Santa Catarina admira a Cavalgada do Mar, porque assim como os gaúchos, eles também têm uma cultura muito forte e presente.
Eles estão gostando da organização e da infra-estrutura do evento. Quando os cavaleiros retornam à Santa Catarina, todos estão curiosos, querem saber como foi, se tinha muita gente... No acampamento do Piquete Tropeiros do Bom Retiro, havia apenas homens. Perguntamos se as mulheres não vinham junto, José respondeu que "as nossas mulheres não gostam disso, mas se elas quiserem vim eles fazem um ano para os homens e outros para as mulheres" (comentário seguido de risadas de todos os integrantes do piquete!).
O que importa para eles é a festa, a alegria, o churrasco, a paixão por cavalos. O mais legal da cavalgada é acabar com o estress do trabalho, com os problemas da vida moderna, segundo José. Poder passar alguns dias com os amigos, fazendo coisas que gosta, sem se preocupar com o serviço, rindo, brincando, é o mais gratificante em participar da cavalgada. José disse que por enquanto o tempo está colaborando, e acredita que se continuar assim, a cavalgada vai ter um final mais do que feliz.
Os catarinenses defendem sua cultura de um modo muito forte, assim como os gaúchos, o que faz com que o grupo admire muito esse tipo de movimento que une diversão à tradição e à cultura. Eles querem poder levar um pouco da cultura gaúcha para o estado deles, para que as tradições do Rio Grande do Sul estejam presentes lá. José diz que o povo rio-grandense sempre divulgou a cultura dos catarinenses, e participando da Cavalgada do Mar e depois levando para o seu povo a cultura gaúcha, ele pode "retribuir" isso. "Se cada um fizesse a sua parte, as culturas dos povos nunca seria esquecida e mais gente participaria desse tipo de evento", diz.
Enquanto conhecem mais o povo gaúcho e aprendem mais sobre suas tradições, o grupo aproveita para divulgar as belezas do seu estado, aproveita para falar mais sobre as praias de Santa Catarina e convida à todos para conhecer o estado. Para José, essa é a maior cavalgada do país, vem gente de muitos lugares diferentes e essa é uma boa oportunidade para falarmos mais sobre Santa Catarina. "Tem que unir o útil ao agradável", brinca.
Para encerrar, José gostaria de agradecer ao INEMA, que está preocupado em divulgar eventos tão importantes como esse, aos gaúchos que sempre os recebem muito bem e aos seus amigos. "Desejo uma boa cavalgada para todos os cavaleiros, que tudo continue bem e que a cavalgada melhore a cada ano que passa", conclui.
Equipe INEMA
Fonte:
José Libori Ludwig Cidade:
Litoral Norte-RS-Brasil Fotos: INEMA Publicado: Daniela Silveira Farias Date: 12/02/2007
<%insert_data_here%>
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
.
|
|