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A Expedição Ushuaia Terra do Fogo e Patagônia Argentina aconteceu de dezembro de 2003 a janeiro de 2004. Confira como foi o primeiro ao quinto dia da aventura!
DIA 1 (19/12/2003)
Saímos para Curitiba pela BR-116 e depois fomos sentido Passo Fundo pelas BR-476 e BR-153.
DIA 2 (20/12/2003)
Seguimos para Uruguaiana para cruzar a fronteira da Argentina pela BR-285,
Passamos por dois pedágios no RS no valor de R$ 3,30 cada um.
Na fronteira, é necessário declarar todos os equipamentos eletrônicos (notebook, máquina fotográfica, filmadora, etc).
Além do RG, apenas a carta de motorista e o documento do veículo (devem estar preferencialmente no mesmo nome) são necessários para entrar na Argentina.
Logo no primeiro posto da rede YPF (assim que se atravessa a fronteira) compramos o Guia YPF ($ 55,00 e um dos melhores guias rodoviários disponíveis).
Seguimos pela Ruta 14 até a pequena cidade de San Jose, onde passamos a noite numa hospedaria muito simpática.
A condição da estrada, apesar de pista simples, é muito boa
DIA 3 (21/12/2003)
Seguimos para Buenos Aires pela Ruta 14 e depois pegamos a Ruta 12.
Atravessar Buenos Aires não é difícil, mas um pouco confuso, pois existe pouca sinalização para a Ruta 3. O Guia YPF que compramos ao entrar na Argentina nos ajudou muito neste caso.
O início da Ruta 3 é todo por dentro de cidades, que faz o tempo da viagem aumentar bastante.
Depois seguimos para Tres Arroyos, onde passamos a noite num "Hotel Cassino" às margens da rodovia.
Encontramos também a primeira placa indicando a cidade de Ushuaia a 2.859 km de distância!
DIA 4 (22/12/2003)
Partimos logo cedo para Puerto Madryn pela Ruta 3. Foi o dia mais cansativo da viagem até agora, pois a rodovia começa a ficar mais deserta à medida que avançamos.
A travessia pela cidade de Bahia Blanca tem pouca sinalização, mas é fácil encontrar a Ruta 3 novamente, caso se perca.
O vento começa a ser percebido na viagem. Fortes rajadas obrigam a corrigir a posição do carro a todo momento.
O início oficial da Patagonia Argentina é o Rio Colorado. Um pouco antes desse ponto fica a primeira barreira fitosanitária da Argentina (existem mais duas até Puerto Madryn). Todas as frutas e produtos de origem animal podem ser confiscados para controle da "mosca da fruta" e da "febre aftosa". Perdemos nossas maçãs nesta barreira.
A entrada da cidade de Puerto Madryn é muito bonita e vale algumas fotos. Avista-se toda a cidade pelo alto e mais o belo porto.
Por ser uma cidade turística, vale a pena realizar uma pesquisa de preços pelos hotéis. Um passeio pela rua da praia, no centro da cidade, é muito revitalizador.
DIA 5 (23/12/2003)
Ficamos em Puerto Madryn para conhecer toda a Península de Valdes, incluindo a cidade de Puerto Piramides.
A entrada na reserva da Península custa $ 25,00 por pessoa, mas vale cada centavo pago. Só este passeio já valeria toda a viagem !
Resolvemos percorrer toda a Península, iniciando por Punta Delgada - onde existe um farol e uma praia repleta de elefantes marinhos, depois a Pinguinera Caleta Valdes - onde se chega a menos de meio metro dos pinguins, Punta Norte - repleta de lobos e elefantes marinhos e por fim a cidade de Puerto Piramides.
Tivemos nosso primeiro contato com o famoso rípio, já que toda a volta da Península é feita por estradas deste tipo. Nada de muito diferente das estradas de terra e pedras do Brasil, mas que necessita cuidados e atenção redobrada.
Entre Puerto Madryn, a volta toda da Península e o retorno à cidade são mais ou menos 400 km.
Em Puerto Piramides, encontramos um carro de Santos.
Descobrimos que não existe tomada de 110 V na Argentinha, assim precisamos comprar um adaptador 220-110 V.
Fonte:
Vaine Barreira Cidade:
Curitiba-PR-Brasil Fotos: Vaine Barreira Publicado: Debora Dias Date: 19/07/2007
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