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Nei depois de dois anos fala da experiência de andar de quadriciculo nos Aparados da Serra e nos Campos de Cima da Serra.
A primeira vez que vimos os quadriciculos foi em um evento na Espanha, eles estavam ali, ágeis e fortes. Depois os vimos na França, em eventos de jet-ski.
Fascinado, falei para a Ayumi que seria muito legal termos um daqueles no Brasil para cobrir eventos. Então, assim que voltamos ao Brasil vimos que as revendas de motos tinham isso, mas "escondido".
Fomos atrás e descobrimos várias marcas. Acabamos recebendo incentivo do Rogério, da Motoryama que emprestou um quadriciculo de 250 cilindradas por um fim de semana. Fui testar no sitio do Ricardo, no Lami, em Porto Alegre.
Gostei tanto que voltei para comprar um. Negociamos e logo eu tinha um quadriciculo de 350 cilindradas, 4x4. No primeiro fim de semana fui testar em um enduro, no meio de uma trilha vi um buraco, freei com a dianteira, o quadriciculo parou e eu não, acabei detonando o dedo, pois não estava usando luvas. Ainda bem que eu estava usando outros equipamentos como capacete, botas e proteção no peito.
Logo era a Cavalgada dos Aparados, então fui comprar uma calça e jaqueta com proteção contra quedas e chuva.
Comprei também um guincho para ele, mas não deu para colocar, até levei o guincho junto nos Aparados, mas não coloquei.
Nos aparados aprendi na marra a andar no meio dos cânions, dos banhados e tudo mais. Acho que tiveram que me tirar dos banhados apenas umas duas vezes. Em um dos cânions, perto de uma cascata, levei o maior susto da minha vida. Estava andando e parei esperando todos cavaleiros fazerem a curva que dava uns dois quilômetros de curva, um paredão, só tinha uma trilha de vaca e o terreno era bem inclinado.
Assim que todo mundo estava na trilha, eu tirei minhas fotos. Empolgado, subi no quadriciculo e tentei seguir aquela trilha de vaca, com um precipício de uns trezentos metros ladeira abaixo.
Em um momento apareceu um buraco no meio do capim e eu fui para frente, sendo arremessado, não sei como, lá em baixo. Quando olho para cima, vem vindo o quadriciculo tombando literalmente. Por extinto usei os pés para segura-lo, senão tinha passado por cima de mim.
Meio atordoado, subi em cima dele, vi que espelhos e outras coisas do guidão estavam tortos, liguei e tentei seguir em frente. Nervoso e trêmulo, vi que chegaram uns três cavaleiros. Tentei em andar, mas foi em vão, estava muito "cagado".
Tentamos ainda fora do quadriciculo, mas não dava também, pois não tinha ângulo. Quando eu ficava no lado de baixo, não conseguia tocar no guidão de tão inclinado que estava.
A solução foi o Zoreia, com sua mula, atar o quadriciculo e ficar ancorando. Eu do lado de baixo, mais pendurado do que andando, acelerando devagar e mais uns duas pessoas atrás e no lado segurando e empurrando. Ufa! Foram dois quilômetros de muito nervosismo. Mesmo com o dedo detonado esta foi uma cobertura muito legal.
Teve outro dia que era noite e tínhamos que passar por um rio, onde o barranco era de uns dois metros, porém como estava sem guincho e já era tarde acabei voltando para a cidade de São José dos Ausentes pela estrada.
Acabei fazendo muitas coberturas, de tudo que é tipo de esporte. Até que surgiu este ano um novo quadriciculo mais potente, um 660cc, porém na hora de comprar me falaram que estava para chegar um novo de 700cc com injeção eletrônica, bloqueio etc.
Comprei um guincho para ele, pois sei que é um item importante quando tivermos que passar por locais de difícil acesso.
Porém me faltou o suporte, me mandaram um que custa US$ 15, mas a Receita Federal achou que era US$150 e também veio um modelo errado, para 660cc e não servia para o 700cc. Assim encomendei outro, pagando tudo custando uns US$50 e mesmo assim acabou não chegando a tempo da cavalgada.
Com o 700cc peguei experiência no sitio do Ricardo novamente, no balonismo de Torres, no Enduro de Cunha Porá/SC, também em outras trilhas e cavalgada como a da Serra.
Era muito mais potente, tinha chegado a 120 km/h em estrada de chão. Eu também não sabia tirar proveito da reduzida e do bloqueio, usava, mas não sentia diferença. Tentei ler o manual, mas não entendi bem.
Fiz um reboque mais reforçado na REK, com proteção lateral, ficou show! Dava mais garantia que se soltasse, não cairia fora do reboque, pois na cavalgada passada, rasguei os pneus quando o quadriciculo se soltou.
Nesta cavalgada me preparei para o frio, mas sabia também que eu iria suar muito, pois além de me movimentar com o quadriciculo, fico tirando fotos e isso faz eu suar muito. São em torno de trezentos cavaleiros e a máquina pesa uns três quilos, faz a gente tomar um suador. Sem contar claro, a ansiedade e a adrenalina que tomam conta de mim.
Foi no Salão de Motos que comprei as roupas de baixo, aquelas que esquentam e ao mesmo tempo transpiram. Eu já tinha algumas que usava no esquiava na neve.
Aproveitei também para melhorar meus equipamentos, comprei na Sobre Rodas um capacete articulável com queixeira, assim me protegeria quando tivesse que passar em lugares de difícil acesso e também teria condições de bater as minhas fotos. É pesado, mas valeu a pena. Adorei!
Estava precisando também de uma bota, pois a outra que comprei era para "street" e não durou muito no barro. Comprei uma Teck-3, muito boa, leve e fácil de colocar, que me salvou o pé em uma tombada de quadriciculo.
Faltava ainda de peito e costas, um colete. Então tentei uns cinco e acabei pegando um modelo que se ajustou melhor a mim, muito bom para usar na cavalgada. Sobre ele uso uma jaqueta, que é muito boa como proteção, mas tem um defeito, não transpira. Apesar da primeira camada e a segunda transpirar a terceira que é a jaqueta não deixa, me deixando todo encharcado. Este é o problema que ainda não consegui resolver, tenho que arranjar uma jaqueta que respira, mas que seja uma proteção contra chuva também.
Diferentemente dos que andam de moto normal, que não suam tanto, eu suo por fazer um esforço muito grande tanto com a moto quanto com a máquina.
Minha saída foi usar uma jaqueta de neve sobre o colete e sobre ele a jaqueta de proteção, mas estou ainda atrás de uma jaqueta de proteção com este recurso.
As luvas que tenho usado são leves, mas ajudam na proteção, pelo menos contra pequenas batidas. Já percebi que para chuva não serve, mas levei várias outras junto.
Em um tombo que tive, pude observar que a calça por não ter proteção lateral e cinta, me fez passar uns cinco dias com dor na cintura.
Bom, vou falar um pouco então da Cavalgada dos Aparados de 2007. O quadriciculo pesa uns 270 quilos, bem mais do que o 350cc e é maior também, o que traz algumas desvantagens. Quando estamos atolados é bem mais pesado para se ficar agitando, sacudindo, pois a aceleração e o ato de sacudi-lo ajuda a desatolá-lo. Por ser mais alto, fica mais difícil você tentar fazer esforço de fora dele, você acaba ficando "pequeno".
Claro que ajuda a altura ao passar por lugares, mas descobri que teria que ter um pneu melhor, com mais garras e um pouco maior.
Este ano atolei muito, talvez por ter maior confiança fui em lugares de maior dificuldade e também segui a trilha dos Aparados que este ano estava mais puxada em função da chuva, com os rios mais cheios, os banhados com mais águas e eu mais metido.
O bom de ir de quadriciculo na cavalgada é que os cavalos estão sempre a sua volta e tem agilidade para cruzar lugares estreitos íngremes, com isso podem te puxar. Sem um guincho isso é impossível, mesmo com guincho se não tem nada do outro lado para te firmar, não adianta de nada.
Nesta cavalgada sempre tive três pessoas que chamava de meus anjos da guarda, que era o Zoreia de Taquara/RS, o Larry de Cambará/RS e o Hélio do Paraná. Claro, além de tantos outros, mas estes três estavam por perto quando eu estava empenhado. Parece até que andavam ao redor de mim.
Tem também o Zé (José Antônio Ferreira) que estava sempre com uma câmera ali no lado para tirar fotos das minhas artes. Valeu Zé!
Fora os atoleiros, a maior dificuldade que eu encontrei foi andar em terreno muito inclinado. Às vezes eu não tinha como subir o morro ou descer, mas sempre que dava alguns deviam pensar, 'que cara louco subindo este morro tão íngreme'. Para o quadriciculo subir ou descer algo quase em pé é fácil, é só ir com jeito. Na subida me enclino sobre o guidão e se não tiver pedras ou buracões, é só acelerar. Apenas tem que cuidar para ele não saltar e voltar para trás, capotando. Já na descida tem que ir na calma e jogar o corpo para trás. Em alguns momentos pensei em ficar pendurado atrás, faltava um acelerador e freio na traseira, ainda vou pôr ou remoto. (hehehe...)
Nas inclinações é que é complicado. Às vezes o terreno não é constante, cheio de pedras e buracos, ai me "cago". Muitas vezes superei dando uma acelerada e fazendo peso bem para o precipício, tipo esquiar, a gente se equilibra de um jeito diferente. Mas tem que pegar experiência, pois sempre que tem um terreno não muito inclinado eu treinava. Tenho que treinar muito isso, talvez até regular as suspensões para isso.
Em dois momentos sérios, em terreno inclinado contei com ajuda dos anjos, uma que foi um longo trajeto com o Larry contrabalanceado de um lado com seus cem quilos e o Helio segurando do outro. Loucura! Tinha que ter sido filmado.
O outro foi depois de uma passagem difícil de barranco e rio, a subida entre pinos, onde não tínhamos angulo para sair e tivemos que andar em diagonal com terreno inclinado, com dois contrapesos.
Ainda tivemos uma descida braba também, terreno todo deformado por erosões e caminhos de vaca, não tínhamos estabilidade no quadriciculo e era muito inclinado. Mas com orientações de várias pessoas lá na frente e o contrapeso do Hélio, fui descendo. Um sufoco!
A outra foi uma subida complicada que tinha um metro de barranco, mas mais que noventa graus. Assim, quando eu tentava subir com o quadriciculo caia para trás, o jeito foi amarrar o quadriciculo nas arvores e fazer aceleração com o Zoreia de contrapeso na frente. Neste caso, com o guincho seria uma moleza.
Para descida em rio, um barranco de três metros, quase vertical, para cavalos tinha uma trilha no meio, mas para o quadriciculo nada feito. Então o jeito foi atar com duas cordas o quadriciculo e lançar-lo barranco abaixo, foram seis pessoas envolvidas. Até parece que estavam se divertindo, pois ali estavam os 3 anjos e mais outros que infelizmente não lembro quem eram.
Assim que lançamos o quadriciculo em ângulo vertical, subi em cima e acelerei. Na hora que estamos envolvidos, nem sabemos direito o que estamos fazendo, mas consegui colocar ele na horizontal no meio daquele barro e pedras e atravessei o rio.
Outro fato interessante foi que levei cinco balões grandes de festa, pois se teríamos que cruzar rio, iria atar-los nas laterais para tentar deixar ele flutuando. Porém para minha surpresa, em uma passagem do rio entre Jaquirana e Cambará, sem saber que o rio estava muito fundo, entrei com o quadriculo e ele flutuou, sem os balões, e o pior, comigo em cima.
Na verdade, foi uma surpresa boa, uma hora vou fazer um teste em um açude ou rio calmo, de água doce, claro! Também vou testar se os balões ajudam ou não na estabilidade.
Posso dizer que a experiência de ter feito estes trajetos me deixou muito feliz, principalmente por estar preparado com equipamentos de proteção e um grupo de pessoas disposto a ajudar e se divertir.
De jeito algum conseguiríamos fazer estes percursos com quadriciculos sem ter ajuda de cavalos. Seria muito difícil fazer este percurso com motos e se não tivessem os cavalos para fazer as passagens. Falo isso de forma segura.
Senti muito ter perdido os melhores momentos da Cavalgada dos Aparados em função de minha gripe, mas sei que o quadriciculo me deu agilidade.
Provavelmente no próximo ano irei a cavalo, mais para conviver com os amigos que fiz, que tenho, e com os que me ajudaram muito nesta e na outra cavalgada e também para não tirar o valor de fazer uma cavalgada tradicional, onde o cavalo, burro ou a mula tem um grande valor. É um grande momento que tive e vou ter para aprender com estas pessoas, cavalgar no meio deste pessoal já fez eu aprender muito, e quero voltar a ter um dia todo para ouvir, perguntar, falar... coisas que cada vez temos menos na nossa vida diária.
Devo ainda convida-los para serem meus anjos em outras aventuras pelos Campos de Cima da Serra e pelos cânions. Foi muito divertido!
Mas quando fizer coberturas das cavalgadas do Mar, da Serra, das Prendas, etc., o quadriciculo é a minha escolha.
Consigo agilidade, consigo levar tudo que preciso, paro e tiro foto, vantagens que não se tem sobre cavalo, carro ou moto.
Aprendi no final a lidar com o bloqueio, ele dá um torque melhor em atravessar rios com pedras, quando fica acavalado, porém não ajuda no banhado. Ali o jeito é ser puxado ou ter algo para pôr sobre as rodas, que já estou providenciando.
Além de brincar com informática, adorei a aquisição da Land, do Jeep Defender 90 e 110 que tive. Valeram a pena, as máquinas fotográficas que me levaram a tantos lugares para tirar fotos, e em função disso conheci tantos lugares bonitos e únicos, conheci tanta gente legal e diferente com valores e visões diferentes.
Agora posso dizer que estou feliz com o quadriciculo que me deu mais agilidade e prazer de brincar, afinal se não brincarmos, ficamos velhos e tristes. Temos que fazer coisas que nos deixam jovens, arteiros. Afinal a vida é medida na intensidade que se vive.
Vivo antes cheio de expectativa, vivo no momento com adrenalina, com amizades das pessoas, com a solidariedade, com os imprevistos, vivo depois relembrando, escrevendo, revisando as fotos, compartilhando.
Esqueço dos problemas, das minhas insatisfações, das descrenças, dos ladrões de todo tipo, dos sanguessugas que existem por aí. Apenas vivo intensamente o momento. E deixo minhas experiências para outros viverem, nem que sejam em sonhos. Adoro ver momentos simples mas únicos registrados, valorizados, marcados para sempre.
É muito importante mostrar a todos que qualquer um é um ser especial, importante, por ser este ser único. É isso que me facina a fotografia, é cada foto um único momento. Tão importante quanto a todos os outros. Por isso gosto de viver intensamente. Esperando os cavaleiros ou as motos ou uma corrida, estou aí em estado de graça. Curtindo o lugar, o vento, o sol, a chuva. Quantas vezes me dei por mim feliz da vida em estar aí esperando.
Quando vem todo mundo, ai a adrenalina toma conta, e fico feliz novamente, tenho que ousar, tenho que ser agil, tenho que ter foça para fotografar todos os ângulos possíveis. No meio a tudo isso tenho momentos de lucidez, que me dou por conta que estou muito muito feliz neste momento.
Se não bastasse isso, começo a reconhecer as pessoas, e elas me saudar, é mais um momento de extrema felicidade, me dou por conta disso, da amizade, do reconhecimento, das pessoas.
Terminada a carga, vem o silêncio, e fico só, a paz depois da tempestade, outro momento mágico, relaxamento, as vezes vou embora pra outro lugar tranqüilo, ou as vezes já na adrenalina, mas com uma sensação incrivelmente boa.
Depois ainda a noite, olhar todas fotos, reviver, admirar o momento, aprender os erros, publicar para que todos revivam ou vivam aqueles momentos únicos.
Fonte:
Nei Eugenio Maldaner Cidade:
Aparados da Serra-RS-Brasil Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Debora Americo da Silva Date: 31/07/2007
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350 em 2006
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Uma das atoladas em 2006
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treinando o 350
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já o 700 na cavalgada do Indio 2007
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testando o 700 e se atolando.
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Enduro de Cunha Porã 2007 com o 700
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Inagurando o 350
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dia 13 nos Aparados 2007
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Foto Adriana
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Sadi flagrando Nei saindo do Atoleiro
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Paulo Cesar Nei fotografando no riacho
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Subidas e descidas
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Ze flagra nei buscando angulo na ponte.
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Nei no almoco do dia 14
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superando Atoleiros
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Ze flagra Nei ficando no Atoleiro
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Helio tirando Nei do atoleiro
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Que eh isso
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Nei no sufogo do Degrau
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Superando Descidas e Rios
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Conjelado em Jaquirana
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Fluturando
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Perau
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Como descer isso
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sendo lancado
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Quase vertical
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Zoreia de contrapeso
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Dois contrapesos
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No Montenegro
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Selminho fotografa Nei no Montenegro
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Congelado
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Mano Flagra Nei fotografando a Geada
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Dario aproveita bem a luz
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Nelson Blehm flagra Nei atravessar um riacho.
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riacho cheio traz dificuldades para sair
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O quadriciculo no Balonismo de Torres 2007
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