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Aconteceu nos dias 10 e 11 de agosto de 2007 na cidade de Marau (RS), a 9º e 10º etapa do Campeonato Brasileiro de Minicross. Confira o relato de Guilherme da Costa!
Guilherme da Costa tem apenas sete anos e já é um campeão. Ele participou e ganhou o Campeonato Brasileiro de Minicross, que teve a 9° e a 10° edições realizadas nos dias 10 e 11 de agosto, na cidade de Marau, no Rio Grande do Sul. O garoto participa do esporte desde os cinco anos, quando ganhou de seus pais a primeira moto a gasolina. Mas Guilherme considera que começou no esporte aos três anos, quando ganhou um quadricículo movido a bateria.
O gosto pelo esporte deve-se ao incentivo de seu tio e padrinho, Marcos da Gosta, que pilotava kart e deixava sua moto guardada na garagem da casa de Guilherme. Esse, sempre que tinha oportunidade brincava na moto do tio. "Ele chegava do colégio e passava a tarde inteira brincando na moto", acrescenta a mãe do garoto, Lúcia Torres.
Quanto ao campeonato, Guilherme, que mora em Jundiaí, São Paulo, não tem nada a reclamar. Também pudera. Ele competiu na categoria 50 cilindradas/A e de todas as etapas, ficou em primeiro lugar em sete, em segundo lugar em duas e em terceiro lugar em uma. Mas as conquistas do paulistano não param por aí. Ele já foi campeão do Campeonato Paulista de Minicross, do Campeonato Paulista Amador de Monicross e do Campeonato Dirty Action.
E, provavelmente, as conquistas não param por aqui, já que ele pretende seguir carreira no esporte e conta com o apoio dos pais que o acompanham em todas as competições.
Atualmente quem treina o garoto é o pai, João Carlos da Costa. Os treinos são realizados três vezes por semana e cada um tem, em média, de três a cinco horas de duração, já que os são feitos através de séries de 15 a 20 minutos. A mãe de Guilherme não contraria o gosto do filho pelo motocross, mas cobra boas notas para que ele possa continuar pilotando.
E tem quem já se inspira em Guilherme, seu irmão mais novo, Lucas da Costa, de apenas quatro anos, está seguindo os passos do irmão e já tem a sua própria moto de minicross. O investimento em Guilherme não é baixo, mas recompensa pela alegria dele ao competir. E mesmo sendo um esporte que envolve riscos, Guilherme não teve nenhum acidente sério até agora, só alguns tombos bobos, como Lúcia mesmo diz.
Mesmo assim ela fica apreensiva quanto ao futuro do filho, pois o motocross é um esporte que não tem muito reconhecimento. E chama atenção para a dificuldade em conseguir patrocínio devido à idade do filho. Mas agora ele já ganhou duas novas motos de seu novo patrocinador, a Lem Mortors.
Equipe INEMA
Fonte:
Guilherme da Costa Cidade:
Jundiaí-SP-Brasil Fotos: Federação Gaúcha de Motociclismo Publicado: Taína Lauck Date: 14/08/2007
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