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A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 1 - Inglaterra

De Março a Agosto de 2007, Eduardo Feijó botou o pé na estrada e rodou o mundo. Confira a parte 1, na Inglaterra, desta grande aventura!

São Paulo, 13 de Março de 2007 - Antes de embarcar aproveito para incluir algumas informações que faltaram nas postagens anteriores, e principalmente para me redimir com as pessoas que me ajudaram. Quando eu falei do roteiro esqueci-me de mencionar a Pricila e a sua fantástica viagem pela Austrália, Nova Zelândia e sudoeste asiático. Ela tinha 19 anos, não sabia inglês e teve que trabalhar no exterior para viajar durante dois anos. Ela tem verdadeiras histórias de aventura, e espero que algum dia ela escreva sobre isto.

Na postagem sobre planejamento cometi uma falha grave ao deixar de mencionar a Juliana, minha irmã, e os seus produtos do Citibank. O grande diferencial neste caso é o fato de que o banco possui agências em diversos países, e isso pode funcionar como contingência em determinadas situações, como por exemplo, na perda do cartão de débito. Segundo ela, basta mencionar que sou seu irmão e tudo acontece.

Também no planejamento esqueci-me de mencionar a Ryanair, que conheci por meio da Patrícia, amiga desde os tempos da Cultura Inglesa. Esta companhia aérea opera na Europa e faz promoções absurdas pelo site, como por exemplo, uma passagem Londres - Porto por apenas R$ 40,00, incluindo a taxa de embarque. Se tudo der certo passo um final de semana em Gotemburgo, em Madri ou em Casablanca (não é Europa, mas tem vôo para lá).

Salisbury, 15 de março 2007 - Não dormi muito bem, acho que foi o efeito da mudança de fuso horário. Pela manhã caminhei pelo centro da cidade. Fazia bastante frio, cerca de 10º C. Mesmo com o sol, usava luvas e duas blusas. A cidade é bem agradável, com pouco movimento e a principal atração é a catedral, construída entre 1220 e 1258. As pessoas são muito receptivas. Uma senhora me viu fotografando e falou um pouco da cidade, sem que eu nada perguntasse.

À tarde dirigi cerca de 50 km até a cidade de Winchester, onde a grande atração também é uma catedral, construída entre 1070 e 1093. Novamente, um senhor me abordou, perguntou se eu conhecia a cidade, e indicou espontaneamente onde ficavam as ruínas romanas.

No final da tarde voltei para Salisbury com dois objetivos: encontrar um ponto de acesso wireless para o notebook e conseguir um lugar para dormir no final de semana, pois o albergue estava lotado. A relação de pontos de acesso informada pelo Boingo foi uma frustração. Somente na Starbucks consegui o acesso, porém o café fecha às 19h. Por outro lado, por indicação do Lonely Planet fui até a Griffin Cottage, um agradável bed & breakfast no centro da cidade. Não havia vagas, porém a gentil proprietária perguntou quanto eu estava disposto a pagar pelo final de semana, ligou para outras pousadas e fez a reserva em meu nome. Quanta hospitalidade!

Novamente o jantar foi na Prezzo, uma ótima cantina italiana.

Os primeiros dias na Inglaterra

Salisbury, 14 de março de 2007 -
O vôo chegou a Londres com duas horas de atraso. Isso me preocupava por um único motivo: não queria dirigir a noite! Achava que poderia ter dificuldades com o carro na mão inglesa. Além disso, como não tinha nenhuma familiaridade com as estradas da Inglaterra, o risco de me perder não era tão pequeno.

Desci do avião às 15h30 (horário local), e teria 3 horas aproximadamente para:

1. Passar pela imigração,
2. Pegar a mala,
3. Sacar dinheiro (só consegui no terceiro caixa eletrônico),
4. Encontrar a locadora (pois é, a locadora ficava na saída ao lado do desembarque, só que o sistema estava fora do ar, tinha que pegar um ônibus até o outro terminal),
5. Confirmar que o voucher da Auto Europe era realmente válido (mencionei no planejamento que não tinha nenhuma referência dela). E ainda ganhei um upgrade, pois o Ka que eu havia reservado não estava disponível,
6. Adaptar-me aos comandos invertidos do carro (acionar o câmbio com a mão esquerda, por exemplo),
7. Conduzir o carro por 100 km em direção ao sudoeste da Inglaterra (ok, disso eu não posso reclamar: a sinalização é perfeita, não há pedágios e você se acostuma rapidamente a seguir na mão inglesa), e finalmente,
8. Encontrar o albergue da juventude na cidade de Salisbury.

Deu tudo certo: às 18h30 eu cheguei ao albergue. Fiz a barba, tomei banho quase 24 horas depois do último e comi uma lasanha no centro da cidade.
Amanhã começo a fotografar!

Salisbury, 16 de março de 2007 - Hoje fui para Avebury, uma micro cidade cuja maior atração é um círculo de pedras, com 348 m de diâmetro, construído por homens pré-históricos há 4.500 anos. Hoje estou instalado em um bed & breakfast bem confortável chamado Ballantynes, em quarto individual e com TV, porém bem mais caro. É um pequeno luxo neste final de semana antes da minha temporada de um mês em albergues em Londres.

Londres, 20 de março de 2007 - Na quinta-feira dia 16 de março fui conhecer a vida noturna de Salisbury. A cidade é pequena, com 40 mil habitantes, e os pubs e as danceterias ficam, na sua maioria, concentrados no centro histórico. Depois das 22 horas os lugares mais interessantes são os pubs dançantes, que não cobram entrada e fecham meia noite. Há uma curiosa peregrinação dos freqüentadores, que ficam trocando de bar diversas vezes. Isso não seria problema se a temperatura nas ruas não fosse tão baixa, com uma fraca garoa.

As pessoas aparentavam estar na faixa entre 18 e 25 anos, e andavam em grandes grupos. Algumas garotas usavam vestidos curtíssimos, e mesmo assim enfrentavam as ruas sem nenhum agasalho adicional. Depois de andar um pouco pelas ruas escolhi um pub mais animado e entrei. Não sei se estou desatualizado, mas achei o jeito de dançar deles um pouco desengonçado. Mas estavam se divertindo, e provavelmente eu vou ter que me acostumar com estas coisas. Como ainda não estou a vontade para falar em inglês, não fiz nenhuma abordagem, apenas tomei uma cerveja (R$ 12 cada) e fui dormir.

Dia 17 de março eu fui para Bath, há cerca de 1 hora de Salisbury. A principal atração são as ruínas de um conjunto de banhos construídos pelos romanos há mais de dois mil anos. Eles aproveitaram uma fonte de água termal, única na Inglaterra. Como é de se esperar, a principal igreja da cidade é impressionante, com mais de 500 anos desde a sua construção. Vi uma pequena manifestação contra as usinas nucleares e contra a ocupação do Iraque. Estes são temas presentes no dia a dia da população. Pude observar também alguns pontos de treinamento para tanques de guerra (mas não vi nenhum tanque, somente a placa de sinalização). À noite assisti ao jogo do Manchester United pela televisão (ir ao estádio é impossível, pois os ingressos para os principais jogos estão esgotados desde o início da temporada de futebol). A grande atração do virtual campeão inglês é o português Cristiano Ronaldo, que foi capa dos principais jornais no dia seguinte.

Dia 18 pela manhã eu deixei o bed & breakfast, e antes de retornar para Londres, passei pelas ruínas pré-históricas de Stonehenge, construídas há 5 mil anos. Embora eu estivesse com agasalho, luvas e um gorro, era impossível escapar do vento congelante. Fiz o percurso em menos de 20 minutos, o suficiente para tirar algumas fotos. Eu fico imaginando como deve ser difícil para um brasileiro enfrentar o inverno por aqui. Voltei para Londres e devolvi o carro. Dirigir na Inglaterra foi uma experiência muito legal. Não é tão difícil se acostumar com a mão inglesa, e os motoristas são extremamente educados. Por exemplo, eles sempre deixam livre a faixa mais rápida para ultrapassagens. Você não vê ninguém desrespeitar uma fila de carros. E antes que eu me esqueça, valeu muito ter alugado o carro pela Autoeurope. O preço é imbatível!

Londres, 22 de março de 2007 - Esta é a segunda vez que venho para Londres. A primeira foi há 15 anos, e confesso que não gostei tanto, me senti perdido na cidade. Afinal de contas, era a minha estréia em viagens internacionais. Não comi bem, gastei mais do que podia. Mas ela merece uma segunda chance! Londres é uma cidade que provoca várias emoções. Logo ao chegar é possível perceber que há pessoas de todos os lugares do mundo: chineses, coreanos, indianos, suecos, franceses, russos e brasileiros, muitos brasileiros. Provavelmente em algumas regiões da cidade há menos ingleses do que pessoas de outras nacionalidades.

A forma mais fácil para um turista andar em Londres é pelo metrô. As estações estão espalhadas por toda a cidade. Você compra um cartão que funciona de forma semelhante ao bilhete único de São Paulo. Porém, diferente de Sampa, há uma diversidade de tarifas que nem sempre é fácil de entender. Comprei o passe semanal para andar a vontade pelas principais regiões e não ter que fazer muitas contas. A caminhada entre a estação de metrô High Street Kensington e o albergue da juventude é de 1 km. A mala com rodinhas ajuda, mas uma chuva fina começa a cair. Coloco blusa, luvas, capa de chuva e sigo meu caminho. Ando uns 5 minutos e logo a chuva pára. Esta é uma característica da cidade: o clima muda o tempo todo! Faz sol, chove, neva. A neve é fina, você quase não sente, mas é um pequeno espetáculo para quem, como eu, não está acostumado.

Numa destas mudanças de clima, eu coloquei as luvas no mesmo bolso em que estavam algumas moedas e a chave do cadeado que uso para guardar minhas coisas no albergue. E ao retirar as luvas, a chave caiu e foi para uns 2 metros na minha frente. Isso não seria um problema se eu não estivesse tão perto dos trilhos do metrô. Felizmente, por poucos centímetros, a chave resolver não me dar dor de cabeça.

O albergue fica dentro do Holland Park, bem localizado e próximo de lojas e restaurantes. A foto que ilustra esta postagem é da rua que acessa o albergue. Descobri um cinema nas proximidades e fui assistir no domingo ao filme The Good German com o George Clooney (não sei se o nome dele é assim, mas como estou escrevendo sem acesso a internet não tenho como conferir). Foi mais uma oportunidade para treinar o inglês, já que aqui não tem legendas.

Com a carteira de alberguista você consegue um desconto de £ 10 para £ 6. Em reais, seria algo como de R$ 40 para R$ 24. Por estes preços dá para perceber como as coisas são caras na cidade. Aliás, isto é uma unanimidade, e não foi uma novidade para mim: Londres é uma das cidades mais caras do mundo. Para o bem do meu orçamento, espero que as outras cidades do roteiro sejam muito mais em conta do que aqui. Ontem voltei ao cinema para assistir The Blood Diamond, ótimo filme com o Leonardo di Caprio (será que acertei o nome desta vez?). Consegui entender relativamente bem os dois filmes, e isso me deixou animado com o meu inglês. Para os meus amigos que estão ou que já saíram da Visanet: é impressionante como o cartão com chip faz parte do dia a dia da população. E as lojas, pelo menos as que eu freqüentei, todas têm o terminal preparado para isto. Vocês acreditam que em 2 lugares o caixa não sabia utilizar o meu cartão de tarja magnética? Outra facilidade é que pela internet eu pago tudo com o cartão de credito: ligações telefônicas usando o Skype, tiquetes de metrô, reservas em hotéis, mesmo os de pequeno porte, passagens de ônibus intermunicipais, etc.

Na segunda-feira fui até a escola de inglês. Fiz um teste escrito, acertei uns 70%, e passei por uma entrevista. Pedi ao professor para repetir algumas frases, uma ou outra eu respondi errado, e no final ele me colocou numa classe de upper intermediate. O curso que me matriculei funciona da seguinte forma: quatro horas diárias de aula, sendo uma de conversação e três do que eles chamam de General English. Embora tenha como finalidade fazer com que você se expresse com correção, a dinâmica da aula faz com que a parte oral seja muito mais exigida do que a parte escrita. Era isso mesmo que eu queria!

Eu gostei muito da escola, dos professores e dos colegas de classe. A escola tem uma ótima infra-estrutura, permitindo que eu passe um bom tempo conectado à internet. O curso vai das 12h às 16h. O horário não é muito bom, mas o preço é bem menor do que se fosse pela manhã. Douglas, o professor de conversação, é da Nova Zelândia e faz com que a aula seja bem dinâmica e divertida. Mas fiquei impressionado com a professora Katie. Ela é londrina, linda (embora eu não seja tão bom para comparar fisionomias, posso me arriscar e dizer que ela me lembra a Cameron Diaz) e muito teatral ao conduzir a aula.

Meus colegas têm múltiplas nacionalidades: 7 da Suécia, 2 da Rússia, 1 da Noruega, 1 da Itália, 3 da Coréia, 1 de Camarões e mais 2 brasileiros além de mim. De uma forma geral os europeus têm a expressão oral mais desenvolvida do que a escrita. O que é bom para mim. Estou aproveitando as aulas para conversar bastante. Um ponto adicional merece ser destacado: em muitos dos exercícios você explora as diferenças culturais entre os paises, o que permite conhecer um pouco sobre como eles pensam e agem. Aproveitei estes dias para planejar o que fazer nos próximos finais de semana. Decidi viajar neste sábado para Canterbury, mais uma cidade medieval do interior da Inglaterra. E no feriado, entre 6 e 9 de abril, vou até Barcelona. Aliás, este é um dos poucos feriados europeus deste ano, e a tendência é que todo mundo queira viajar. Consegui um vôo da Ryanair por um ótimo preço. Para quem não sabe, as companhias aéreas européias de baixo custo fazem enorme sucesso e tem um processo de vendas pela internet semelhante ao da Gol no Brasil. A principal diferença com a Gol, pelo pude perceber, é que elas operam em aeroportos secundários, que tem custos operacionais e tarifas de embarque inferiores aos dos aeroportos principais.

No caso de Londres o aeroporto não é tão distante da cidade, mas em Barcelona terei um deslocamento de ônibus de pelo menos 110 km para chegar à cidade. Da mesma forma utilizei pela primeira vez os serviços da RatestoGo para reservar o hotel em Barcelona. Depois desta pequena viagem eu conto se valeu a pena ou não. Durante a semana o albergue recebeu pelo menos 2 excursões de crianças e adolescentes, e como isto está me incomodando resolvi procurar outro lugar para ficar. Por recomendação de um sueco, colega da escola, eu consegui alugar um quarto individual em um flat que possui cozinha, lavanderia e banheiro compartilhados. O preço é praticamente o mesmo do albergue. Fica aqui uma dica: esse mesmo tipo de acomodação, se eu reservasse no Brasil, sairia quase 50% mais caro. Se você vier para se hospedar por pelo menos uma semana procure a London Solution. Para matar a saudade, hoje falei com a minha mãe por meio do Skype. A qualidade da voz é boa, e o custo da ligação para um telefone fixo é de R$ 0,06 por minuto, além de uma tarifa por ligação de menos de R$ 0,50.

Nesta semana não tirei fotos, pois fiquei bastante tempo na escola acertando todas estas coisas. Na próxima semana começa o horário de verão, e com isso terei pelo menos 3 horas durante a tarde para fotografar a cidade. Também quero visitar alguns museus. Tenho vontade de ver algum musical por aqui. Há 15 anos assisti The Phantom of the Opera, e desta vez eu penso em assistir We will rock you, pois gosto muito do Queen.

Canterbury, 24 de março de 2007 - Hoje o céu está muito nublado. Resolvi não fotografar a catedral, tentarei amanhã pela manhã. A cidade de Canterbury está bem movimentada. É um dos principais pontos turísticos da Inglaterra por causa da antiga catedral, com quase 900 anos. Aproveitei para fazer algumas fotos em preto e branco. A chuva, ou melhor, uma garoa fina, cai quase que ininterruptamente.

As pessoas parecem não se incomodar. O mais impressionante são as mães que andam com as crianças e nenéns pelas ruas como se estivessem em um shopping center. Duvido que a minha irmã levasse o João Pedro, com poucos meses de idade, para passear nesse tempo. Mas para os europeus isso é normal. Aproveitei para tomar uma sopa de tomate, deliciosa!

Já estou bem mais a vontade para falar inglês. Consigo entender melhor o que as pessoas falam, e faço perguntas um pouco mais elaboradas. De uma forma geral, as pessoas no interior da Inglaterra são muito amáveis. Encontrei uma filial do Prezzo aqui também, e não tive dúvidas sobre onde seria o meu jantar. Falo que sou brasileiro para a garçonete, inglesa, e ela responde um "obrigada" cheio de sotaque.

Umas das coisas que eu não gosto na Inglaterra é que os lugares fecham depois das 19 horas. No máximo ficam até 20 horas. Depois disso você só encontra abertos restaurantes, pubs e as danceterias. Não achei até agora nenhum café 24 horas, mesmo em Londres.

São 8 horas da noite. Volto para o hotel, bem simples, que fica no centro da cidade ao lado da catedral. Somente é possível visitá-la durante o dia. Vejo que ela está iluminada, e que algumas pessoas bem vestidas estão entrando pelo portão. Com a máquina na mochila entro no meio destas pessoas e consigo passar pelo segurança. Tiro várias fotos externas e percebo que dentro tem um coral se apresentando. Tento entrar na igreja, mas sem o ingresso sou barrado. Pedi e consegui tirar uma única foto do coral.

No hotel pergunto se há algum ponto no qual eu possa fotografar a catedral. A recepcionista me leva até o ultimo piso, e me indica uma janela com uma vista privilegiada. Ligo o notebook e começo a escrever esta postagem olhando para a imagem maravilhosa da catedral. Alguns minutos depois me trazem café com leite. Quanta gentileza! Consigo pegar o sinal da internet da Starbucks que fica ao lado, e vejo que o Palmeiras ganhou novamente.

Já estamos em terceiro lugar no campeonato paulista! Será que bastou eu ficar distante para que o time jogue melhor? O quarto do hotel é engraçado, pois está totalmente fora de nível. Se soltar uma caneta no chão ela sai rolando. Durante a noite tenho que segurar o cobertor senão ele cai. Sei que é difícil acreditar, mas.

Por aqui estou comendo relativamente bem. Aproveito o café da manhã, que em geral é bem servido. No almoço como alguma coisa leve, e depois tenho um bom jantar. O meu organismo já se acostumou a seguir esta rotina, que é diferente da que eu levo no Brasil. O restaurante que mais gostei até agora é uma cantina italiana chamada Prezzo que você encontra aqui e em Salisbury. Acho que em Londres também tem uma filial. Adorei uma barra de cereal que eles têm por aqui chamada BrunchBar, muito melhor que o nosso Nutri.

Fonte: Eduardo Feijo
Cidade: Salisbury - Inglaterra-EX-Inglaterra
Fotos: Eduardo Feijo
Publicado: Debora Americo da Silva
Date: 05/11/2007 <%insert_data_here%>

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  Evento 7531 - Volta ao Mundo 2007

   Aqui os Albuns e Fotos



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