Voltar Inema SISNEMA Informatica Sites Pessoais Busca Agenda Proxima Semana English Version
Menu INEMA
.
Evento
7531
.
Incluir na PP
 
A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 7 - Índia

De Março a Agosto de 2007, Eduardo Feijó botou o pé na estrada e rodou o mundo. Confira a parte 7, na Índia, desta grande aventura!

Udaipur, 10/05/2007 - 22h00 - Já mencionei algumas vezes aqui no blog que ouvi mais comentários negativos do que positivos sobre a Índia (numa proporção de 10:1). Tenho me preocupado com isto desde a montagem inicial do roteiro (para quem tem boa memória, a Índia foi o primeiro país a entrar na minha lista). Desta forma, o meu principal desafio foi descobrir como tornar a experiência na Índia prazerosa, e evitar o desconforto vivenciado pelos meus amigos viajantes.

A Índia tem cerca de 1 bilhão de habitantes e uma área menor que a do Brasil. Grande parte da população vive em condições precárias e com um mínimo de higiene. Não há como não perceber estas coisas, pois estão espalhadas por todos os lugares onde passei (o meu roteiro não inclui as cidades mais desenvolvidas no sul da Índia).

Nas ruas você encontra muita sujeira, vacas, galinhas, gente empurrando carroça, carros, muitas motos e rickshaws (mistura de moto com charrete). Eu também vi camelos e elefantes, embora mais raros. Certamente muitos lugares no Brasil são parecidos com a Índia. Porém, como integrantes da classe média, nós evitamos olhar ou passar por estes lugares.

Como tenho somente 12 dias para a Índia, decidi concentrar o meu roteiro no Rajastão, famosa terra dos antigos marajás. São cidades menores e bem preparadas para o turismo. A minha primeira cidade foi Jodhpur. Para ganhar tempo e evitar a confusa estação de trem em Delhi resolvi fazer este primeiro trecho de avião.

Jodhpur é mais conhecida como a cidade azul, pois grande parte das casas é desta cor. Mas a atração mais interessante da cidade é o forte que fica no alto de uma colina. Ele é imenso e muito bem conservado. A sua construção foi iniciada no século XVI. Logo ao chegar à cidade, tomei um rickshaw e fui ate lá para fazer algumas fotos externas.

O único problema é a temperatura de 42 graus. Não há sombra! O vento é quente, não refresca nem um pouco. O jeito é tomar água, muita água. Em media tomo uns 5 litros de água por dia, além de alguns refrigerantes. Embora o desconforto do calor seja grande, ele traz alguns benefícios. Quase não há turistas, o assédio dos vendedores é pequeno (eles também sentem calor) e os preços são baixíssimos. Em quase todos os hotéis eu fui o único hóspede. Com isso consegui bons quartos com ar condicionado.

No dia seguinte voltei ao forte para fotografar o seu interior, digno de um marajá. Mas antes gastei quase 2 horas para comprar a minha passagem de trem para Jaisalmer. A estação estava cheia, e há um guichê para atender estrangeiros, mulheres e idosos. O problema é que se formam 3 filas para um único atendente, ai vocês podem imaginar a confusão.

No final da tarde subo novamente até o forte para fotografar o pôr-do-sol. Resolvo jantar no restaurante do próprio forte, no alto das muralhas. Que lugar magnífico e romântico! Esse seria um ótimo momento para estar acompanhado. Volto para o hotel, tomo banho e vou para a nada romântica estação de trem. Pessoas dormindo no chão, nenhuma placa em inglês, eu começo a ficar preocupado. Pessoas me rodeiam curiosas. Algumas perguntam de onde eu sou. Mas tudo muito tranqüilo, sem nenhuma intenção adicional. Afinal de contas, eu era o estranho naquele lugar! A viagem era noturna, com 6 horas de duração, tinha ar condicionado e havia uma pequena cama na parte superior do trem. Embora não muito confortável, deu para descansar.

Chego em Jaisalmer às 6 da manhã, durmo algumas horas no hotel (assim como todos os hotéis que fiquei no Rajastão, este também era muito bom). Mas fico decepcionado com o forte, construído em 1.156. Eu tinha uma alta expectativa em relação a ele, tanto de amigos quanto do Lonely Planet. Diferente do forte de Jodhpur que não é habitado, este é um onde as pessoas moram dentro. Há hotéis, agencias de turismo, restaurantes. O calor era muito intenso, pois Jaisalmer fica no deserto de Thar. A melhor parte do passeio é o museu, que retrata a história dos antigos marajás.

No final da tarde resolvo ver o pôr-do-sol no deserto. Para chegar até lá são necessárias uma hora de jipe e mais uma hora e meia hora de camelo. Um casal de italianos faz o passeio comigo, o Andrea e a Gabriela. Eles também estão numa viagem de volta ao mundo, e aproveito para trocar uma série de experiências.

Meu camelo chamava-se Michel. O guia tentou me explicar o motivo, mas não consegui entender. O bicho anda bem devagar, conduzido pelo guia. Montar e desmontar são muito fáceis, pois o camelo agacha numa altura razoável. A hora de levantar é um susto, pois ele primeiro levanta a parte traseira (ou seja, você é jogado para frente) e depois a dianteira. Não sei ao certo, mas acho que ele me mantém há mais de 2 metros do chão.

No final o jantar é preparado pelo guia em uma cozinha improvisada na areia. Comida indiana típica, vegetariana. Para comer usa-se a mão direita. É meio estranho, embora para eles seja o costume do dia a dia. Depois de um tempo meio atrapalhado, desisto e peço uma colher. A comida era ótima, bem temperada! Aliás, todas as refeições que fiz na Índia foram muito boas. A comida sempre é saborosa, picante. No hotel comi uma incrível pizza de cebola e queijo, numa massa folhada e crocante. A tal da Samosa é a minha preferida. Parece um pastel e é recheada com vegetais. Já que aqui não tem quibe nem empanada.

No dia seguinte visitei um complexo de templos Jainistas, outra religião praticada na Índia. Em vários aspectos os templos me lembraram os Budistas e os Hinduístas. É permitido visitar 5 dos 7 templos, todos interconectados entre si. O que mais me impressiona é a grande quantidade de esculturas em pedra distribuídas pelo complexo. Tudo muito limpo e conservado.

É hora de deixar Jaisalmer. O meu próximo destino é Udaipur. Não há trem ou avião que faça essa rota. O jeito é enfrentar uma viagem de ônibus com 14 horas de duração. E sem ar condicionado. Chego meia hora antes da partida, onde deveria ser a estação rodoviária. A única sombra disponível é a de uma árvore. São 3 horas da tarde, o calor é absurdo.

Dentro do ônibus os assentos estão dispostos de uma forma convencional. As camas ficam acima dos assentos. Há camas individuais e camas duplas, e a privacidade é obtida com portas de correr. Não há banheiro. O meu tíquete é para uma cama individual. Felizmente o comprimento da cama é do meu tamanho. Abasteço-me com muita água e tento me distrair lendo os guias de viagem e editando algumas fotos no notebook.

Nunca suei tanto na minha vida! O ônibus não é expresso, e pára o tempo todo para subir ou descer pessoas. Em algumas paradas aproveito para comprar água gelada. Anoitece e já não tenho disposição para ler mais nada. O ônibus faz uma parada intermediaria de 1 hora, num lugar sem nenhum atrativo. Percebo que a temperatura está diminuindo, mas não há nenhuma brisa. A segunda parte da viagem dura umas 6 horas e o ônibus já não faz tantas paradas. Com um vento agradável consigo dormir até a chegada em Udaipur. Nunca um banho foi tão importante!

Udaipur é uma cidade onde as principais atrações estão próximas umas das outras. Desta forma aproveito para caminhar bastante. Visito o Bagore-Ki-Haveli 2 vezes. Durante o dia funciona como um museu, em uma casa com 138 aposentos. A noite há um espetáculo de danças típicas do Rajastão, bem interessante.

Katmandu, 05/05/2007 - 16h40 - Não posso deixar de contar como foi a saída de Katmandu. O vôo estava marcado para as 16h00, e chego ao aeroporto com 2h30 de antecedência.

13h30 - para entrar no saguão pego a fila do raio X. As malas recebem um lacre da polícia. Algumas pessoas e bagagens são revistadas;
13h40 - antes de fazer o check in tenho que ir ao banco para pagar a taxa de embarque;
13h45 - para fazer o check in a bagagem a ser despachada precisa ser inspecionada pela companhia aérea e ganha um novo lacre;
13h50 - faço o check in
13h55 - dirijo-me para a área de embarque. Para subir as escadas é necessário apresentar o cartão de embarque;
14h00 - entro na área de imigração e fico na fila;
15h00 - depois de 1 hora na fila passo pela imigração e o cartão de embarque é carimbado;
15h10 - gasto uns dez minutos para comer alguma coisa e tomar um refrigerante;
15h15 - entro em outra fila. Desta vez todas as pessoas são revistadas e as bagagens de mão passam novamente pelo raio X;
15h30 - mais uma fila, desta vez para que a bagagem de mão seja inspecionada. O cartão de embarque é novamente carimbado;
15h35 - entro no corredor até chegar ao terminal indicado. Pela movimentação, pelo menos 3 vôos estariam embarcando pelo mesmo terminal. Não há nenhum painel eletrônico. Os passageiros em duvida perguntam a qualquer um que tenha cara de funcionário de companhia aérea quando será o embarque. A resposta usual é 5 minutos;
16h00 - começa uma chuva muito forte. Nenhum embarque foi iniciado. Ainda bem, pois a chuva era realmente muito forte;
16h10 - olho pela janela e vejo os funcionários do aeroporto tentando sem sucesso proteger as malas da chuva. Duvido que alguma fique seca;
16h30 - uma pessoa gripa no salão que o embarque está autorizado. Apresento o meu cartão de embarque. Para chegar ao avião tenho que tomar um pouco de chuva;
16h35 - antes de subir pela escada do avião todas as pessoas tem que abrir a bagagem de mão para inspeção pela companhia aérea. O cartão de embarque recebe mais um carimbo;
16h38 - entro na fila da escada do avião. Desta vez todas as pessoas são revistadas pelo funcionário da companhia aérea. Outra pessoa recolhe o cartão de embarque;
16h40 - meu assento está ocupado e tenho que chamar o funcionário para resolver a situação;
16h58 - acabo de escrever estas notas e nada do avião decolar. O comissário de bordo serve um refrigerante aos passageiros;
17h20 - o avião da Air Sahara decola. O vôo é tranqüilo e a comida servida é muito boa.

Delhi, 17/05/2007 - 23h00 - A Índia é o reino das cores! Não há nada melhor para um fotógrafo do que encontrar a sua disposição uma infinidade de combinações cromáticas. A comida, predominantemente vegetariana, tem um colorido especial que aguça o paladar antes mesmo de ser provada. Nas pinturas e em outras obras de arte as cores são utilizadas sem economia, com resultados harmoniosos e fotogênicos como o pavão ao lado.

Exemplos adicionais são encontrados na arquitetura indiana. Em pleno deserto do Thar, onde o material comumente utilizado na construção civil é a pedra de areia (marrom claro, em geral), o uso de arcos provoca um agradável efeito degrade. O mármore é largamente utilizado nos palácios, e a melhor representação é o Taj Mahal (falarei dele abaixo). Algumas cidades foram propositalmente pintadas de azul (Jodhpur) e rosa (Jaipur) por desejo de antigos marajás.

No entanto, o espetáculo colorido mais autentico e generoso você encontra nas ruas. Basta olhar para as roupas das pessoas, e uma simples fila para comprar o bilhete de trem se transforma em uma passarela de cores. Azul, vermelho, rosa, amarelo, verde. Isoladamente ou compostas, as cores formam um primeiro plano vibrante e alegre sobre um fundo cinza, que representa a pobreza e a falta de limpeza das cidades. Acredito que a distância entre amar ou odiar a Índia corresponde a distancia entre olhar para o primeiro plano colorido ou para o fundo cinza.

Das cidades que visitei, Udaipur é considerada a mais romântica. Tem um belo lago, 2 palácios, diversos mirantes para observar o por do sol e não se vê tanta pobreza como em outros lugares. Se eu fosse recomendar uma aclimatação suave à realidade da Índia, Udaipur seria a primeira escala (considerando as cidades que visitei), seguida por Jodhpur. O passeio de barco antes do por do sol é imperdível! E o show de danças típicas do Rajastão também é muito bom.

Na baixa temporada é possível conseguir um ótimo hotel por um preço bem razoável. Aliás, eu desenvolvi uma técnica bem eficiente para negociar os preços dos quartos: 1 ou 2 dias antes de mudar de cidade eu envio um e-mail para 5 hotéis que eu escolho pelas indicações do Lonely Planet. No e-mail eu informo o quanto eu posso gastar, em geral 50% do valor da diária que eu olho antecipadamente no site de cada hotel. Em média recebo 2 respostas afirmativas, e com isso consigo otimizar o meu orçamento.

Em seguida fui para Jaipur, uma cidade que não estava nos meus planos pois a descrição do Lonely Planet não me agradava. Cidade grande, com muito assedio de vendedores e mendigos. Mas como eu tinha tempo disponível e Jaipur fica no caminho para Delhi resolvi incluí-la no roteiro. E Jaipur foi uma agradável surpresa! Primeiro por que conta com 2 ótimas atrações, o City Palace e o Amber Fort. Segundo, porque pude caminhar tranquilamente pela cidade sem ser importunado. E terceiro, porque tive um dos melhores jantares da viagem no restaurante da OM Tower, especializado em comida vegetariana e que fica no alto do edifício. O restaurante é giratório, garantindo 360 graus de vista panorâmica. O jantar foi composto de entrada, prato principal, sobremesa e mais 2 refrigerantes. E o preço, R$ 25,00! E aceitava cartão de crédito, fato raro nos restaurantes da Índia.

Em Delhi não fiz muitos passeios, pois me concentrei em estudar o guia da Tailândia, fazer backup das fotos e comprar um tênis e uma mala novos, pois os antigos (que já estavam bem usados antes desta viagem) entregaram os pontos. Os preços na Índia são muito bons se comparados aos do Brasil (minha estimativa é de 50% menores para produtos similares). Aproveitei para comer na Pizza Hut e no Friday's. O melhor passeio em Delhi foi o bastante interessante National Museum.

Fiquei 2 dias em Agra, onde fica o maravilhoso Taj Mahal. A viagem de trem dura 2 horas e é bem confortável. Por todos os ângulos a construção é espetacular! Esta é a atração turística mais popular da Índia, e embora fosse baixa temporada havia muitos freqüentadores indianos. Imagino que na alta temporada o passeio fique prejudicado pela multidão.

A construção tem pouco menos de 400 anos e é conservada com muito cuidado. Há uma área verde de 500 metros ao redor do complexo onde não são permitidos automóveis e outros veículos poluentes. Tudo para preservar o mármore branco que recobre 100% do Taj Mahal. Em Agra também visitei o forte da cidade (nada muito especial) e a cidade de Fatehpur Sikri, antiga capital da região e que foi abandonada após poucos anos de uso, pois o abastecimento de água era deficiente. Com isso, o forte e a mesquita construídos há mais de 400 anos estão num estado de conservação invejáveis.

Uma cena marcante: assim como eu observo as pessoas com curiosidade, eles também me olham da mesma forma. No City Palace em Udaipur fiquei com vontade de fotografar algumas pessoas que estavam numa roda, aparentemente da mesma família. Eu olhava, procurava uma posição discreta, mas não conseguia bater a foto. Eles não paravam de me olhar. No fim perguntei para uma das crianças se eu podia fazer a foto. A minha intenção era a menina, mas no mesmo instante a família toda sorriu e se preparou para a foto. Depois do quebra gelo ficamos amigos, e tirei várias fotos deles durante o passeio. Hoje finalizei o meu roteiro na Índia. Se eu tiver uma nova oportunidade voltarei para cá no futuro, incluindo as cidades do sul do país.

Para quem gosta de estatística: hoje completo 66 dias de viagem, que correspondem a 35% do roteiro planejado. Passei por 23 cidades em 6 paises. Se considerar as viagens em avião, trem e ônibus eu rodei até agora quase 38 mil km, que correspondem a 94% da circunferência da Terra na linha do Equador. Já dormi em 33 camas diferentes! Fiz contato com o casal Fernando e Marilia, que completou uma viagem de volta ao mundo e tem histórias engraçadíssimas na Índia.

Bangkok, 19/05/2007 - 17h30 - Cheguei a pouco em Bangkok, na Tailândia, e mais tarde farei um vôo domestico até Chiang Mai, onde começo a fotografar depois de quase 2 dias de muitas horas em aviões e aeroportos. No caminho até aqui passei por Singapura, uma ilha-cidade-país que fica próxima da linha do Equador.

Em Singapura tive 20 horas disponíveis, suficientes para conhecer o aeroporto, o metrô e o albergue da juventude onde dormi. O aeroporto é um dos mais modernos que conheci comparável ao de Dubai nos Emirados Árabes. O processo de imigração é simples e rápido. Dentro do aeroporto há diversos quiosques com internet grátis e muitas lojas.

A estação do metrô, também super moderna, fica dentro do aeroporto. As pessoas são jovens e me pareceram muito animadas (ok, era uma sexta-feira). Eles usam roupas como as nossas, ocidentais. Cheguei ao albergue e em poucos minutos fui para a Orchard Street, principal rua turística e comercial. Meu objetivo não era comprar nada (primeiro por conta do orçamento e segundo por que não cabe na minha mala), mas para observar o movimento. Pelo que pude perceber, os preços são ligeiramente maiores do que no Brasil. Infelizmente, como era noite, não pude fazer a minha sessão de fotos das pessoas. Comi carne de caranguejo a milanesa e voltei para o albergue.

Depois de conhecer paises menos desenvolvidos como o Egito, o Nepal e a Índia, é chocante passar por Singapura (no bom sentido, é claro!). Parece um país europeu habitado por chineses.

Fonte: Eduardo Feijo
Cidade: Delphi - Ãndia-EX-India
Fotos: Eduardo Feijo
Publicado: Debora Americo da Silva
Date: 08/11/2007 <%insert_data_here%>

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.

.
  Evento 7531 - Volta ao Mundo 2007

   Aqui os Albuns e Fotos



  Outras matérias relacionadas:

  05/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 1 - Inglaterra
  05/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 2 - Inglaterra
  05/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Preparação
  05/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Roteiro
  05/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó 2007 - Planejamento
  05/11/07 - Volta ao Mundo 2007/ Fotos Eduardo Feijo
  06/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 3 - Espanha
  06/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 4 - Inglaterra
  07/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 5 - Egito
  07/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 6 - Nepal
  08/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 7 - Índia
  08/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 8 - Tailândia
  09/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 9 - Camboja
  09/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 10 - Vietnã
  12/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 11 - Indonésia
  14/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 12 - Nova Zelândia
  14/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 13 - Austrália
  14/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 14 - África do Sul
  14/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 15 - Namíbia
  21/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 16 - Turquia
  21/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 17 - Grécia
  21/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 18 - Itália
  21/11/07 - A Volta ao Mundo de Eduardo Feijó - Parte 19 - Final

English Version: The specified statement did not generate any data
 
Envia Mensagem para a Fonte
Cria Matéria neste Evento
Cria Album neste Evento
  Aviso Legal
Rua Washington Luiz, 820 conj. 601
Porto Alegre/RS - BRASIL - CEP 90010-460
Telefone 55 (51) 3226-4111 - Ramal: 4000
Fax: 55 (51) 3226-1219
contatos@inema.com.br
SIP:4000@sisnema.com.br