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Os Trilheiros do Sul, começaram suas aventuras, no dia 19 de janeiro de 2008, em Maquiné/ RS.
Saindo de Porto Alegre, os Trilheiros enfrentavam uma chuva fina e uma brisa fria, que não parecia que fosse parar tão cedo. E com efeito acompanhou os aventureiros durante todo o final de semana.
Maquine, cercada de morros e repleta de estradas rurais e paisagem fantásticas foi cenário o cenário perfeito para o primeiro evento do grupo. Apesar da chuva fraca que ia e voltava, de acordo com a movimentação das nuvens acima da serra, os Trilheiros puderam aproveitar as belezas naturais e as águas límpidas das cachoeiras límpidas de Maquiné e Barra do ouro.
Recebidos no sábado pela manhã pelo acolhedor guia Josiel Souza e sua esposa Elaine Souza, o grupo foi encaminha do até o local onde iriam ficar acampados. A beira de um rio de águas cristalinas e fundo de pedras, com o mínimo de estrutura, os trekkers iniciaram a montagem das barracas sob de uma garoa fina que parou por uns minutos e voltou como uma chuva mais consistente, obrigando os aventureiros a montarem tendas de lona onde se protegeriam da água.
Enquanto o almoço era preparado toda a organização e confraternização costumeira ia dividindo espaço com a fome que foi logo sanada pelo saboroso arroz com lingüiça preparado pelo casal Heidi e Emerson Moraes.
Nesse ínterim, mesmo com a chuva o Renato e Luana já estavam aproveitam as águas limpas e rasas do rio que margeava o acampamento.
Josiel, que seria o guia do grupo, se entrosou com a turma e virou integrante do grupo, participando junto com a esposa Elaine, como se todos fossem velhos conhecidos.
Após o almoço, sem deixar se abater pela preguiça os Trilheiros foram em busca do seu primeiro trekking do ano. Seu destino era a cachoeira do Garapiá.
Liderados pelo Josiel o grupo seguiu de carro pelas estradas rurais de Maquine, desfrutando de paisagens lindas e atravessando laços de rio (pequenos pontilhões de concreto quase no nível do rio) o que já ia dando o clima de aventura ao passeio.
Chegando ao local onde os carros ficariam estacionados era hora de colocar as botas no barro. E os trilheiros fizeram isso com gosto! A trilha pra cascata do Garapiá, apesar de fácil estava molhada devido a chuva e as pedras soltas e escorregadias demandavam um grande grau de atenção na caminhada.
Em pouco tempo os Trilheiros chegaram ao destino e foram agraciados com a belíssima visão da cascata do Garapiá. Com mais ou menos 50 metros de altura, a água cristalina e o tom esmeralda do poço da cachoeira foi um convite irresistível para os aventureiros que aproveitaram um bom banho gelado na cascata. Revigorante apesar do frio.
No retorno pro acampamento uma parada básica no "Sitio da Amizade" pra comprar pão feito em casa e queijo da região e uma esticada pra comprar também o vinho colonial, que regaria a noite dos trekkers.
De volta ao acampamento, já com os mantimentos e o vinho comprado era hora de acender o fogo, por a água a aquecer, cevar um chimarrão e confraternizar com os amigos enquanto a janta era preparada.
E mesmo apesar das nuvens a lua cheia deu seu espetáculo no céu para os trilheiros.
No domingo pela manhã após o breakfast campeiro e a "briga" com uma aranha armadeira de aproximadamente 8 cm que resolveu se alojar entre as lonas da barraca de um integrante do grupo, os trilheiros pegaram a estrada com destino a cachoeira da Forqueta. Um salto de mais de 70 metros de altura que se resume a uma única palavra: Espetacular.
E mesmo com o tempo úmido e mais frio que no sábado alguns Trilheiros corajosos encararam as águas frias da cachoeira.
Depois do banho e das fotos, era hora de iniciar a trilha de volta. E pra finalizar o final de semana parada na tradicional sorveteria Xiskis, onde os trilheiros fizeram seu almoço-janta com "X-bagunça" e buffet de sorvete Xiskis, que por sinal é uma delícia!!
Fonte:
Fabiano Riffatti Cidade:
Maquiné-RS-Brasil Fotos: Fabiano Riffatti Publicado: Thainá Costa da Silva Date: 24/01/2008
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