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Carol Beck fez parte do time de apoio do musher Grant Beck e conta como desempenhou essa função que requer muita dedicação e responsabilidade. A competição aconteceu entre os dias 28 e 30 de março de 2008.
No ano de 2007, Carol Beck participou pela primeira vez da Diavik 150 como musher. Em 2008, também esteve presente na corrida, porém, como membro da equipe de apoio. A competidora foi suporte do seu esposo, Grant Beck, que além de ser um antigo e respeitado musher, é presidente do comitê do evento.
A ajudante também é uma competidora experiente, pois pilota trenó há vinte e seis anos. Mesmo com tanta bagagem profissional, ela garante que a Diavik 150 foi um evento incrível e inesquecível, em sua carreira: "É impossível esquecer o forte encorajamento transmitido pelos expectadores, foi muito motivador".
Durante todo o Outono, Carol e Grant se preparam, e assim ficam bem preparados para todas as competições de inverno. Sempre tomam cuidado com a alimentação, são adeptos de uma dieta balanceada. Carol costuma fazer caminhadas e sempre treina os cães, para se manterem em forma. Na edição 2008 da corrida, sua equipe ficou em quarto lugar, com um tempo de dez horas, seis minutos e quarenta e sete segundos.
De acordo com ela, sua boa relação com os cães também é importante para o desenvolvimento deles. Ela é muito apegada aos animais, "eles são meus amigos" - reforça. Na competição, se surpreendeu com o desempenho da cadela Molina, pois foi sua estréia e atuou como uma verdadeira líder.
A maior dificuldade para a equipe é escolher os cães mais adequados para competir. No time correm machos e fêmeas, mas é preciso ter algum critério para escolhê-los dependendo da situação. Isto porque existem diferenças entre ambos: as fêmeas são mais velozes, porém os machos são mais resistentes.
Carol explica que a estratégia básica para esta e outras corridas de trenó, é empolgar o time e manter sempre a concentração, sem se distrair com outras equipes. Antes e depois da largada, deve-se sempre analisar as condições de todos os bichos. Para completar, deve-se fazer a escolha certa nos cães para competir. Assim se evitam muitos imprevistos - é o que afirma a ajudante.
Suas principais atividades como auxiliar durante a competição abrange cuidar dos cães antes e pós a corrida. Ela alimenta os cachorros, dá água, faz massagem, e de certifica de que os mesmos estão prontos para correr. Segundo ela, esse é um trabalho que envolve tempo e dedicação. Carol também se responsabiliza pela logística da equipe e confere se todos os equipamentos estão em condições de parir.
Graças a esses cuidados, os equipamentos não deram problemas e nenhum cão de sua equipe sofreu lesões. O vasto conhecimento de Carol contribui muito para isso. Ela já ganhou o prêmio Melhor Suporte no Alpiroad, nos Alpes Europeus e em outros campeonatos canadenses.
Nos três dias de competições do Diavik 150, o único incidente do time, foi quando uma cadela não suportou a velocidade do grupo e teve que ser carregada por trinta milhas. Caso contrário, o animal iria atrasar a equipe. No mais ocorreu tudo bem, principalmente com o equipamento, que segundo Carol, se adequou muito bem à pista.
Carol Beck é muito feliz, pois com sua profissão leva uma vida saudável fazendo o que gosta. Além disso seu trabalho é muito nobre, pois o auxilio e a preparação dos animais para a corrida, é fundamental para o bom desempenho da equipe.
Fonte:
Carol Beck Cidade:
Yellowknife, NT, Canadá-EX-Canada Fotos: Nei Eugenio Maldaner Publicado: Ananda Franco Garcia Date: 31/03/2008
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