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Lá Jineteada en Caburé
Aquecendo a cancha para a II Feira de Animais e Festa Campeira, que vem ai nos dias 04, 05 e 06 de Maio de 2007, Cabanha Caburé reuniu a gauchada numa domingueira para dar um treino no tiro de laço e nas gineteadas.
Mas que água brava vem lá de cima
Invadindo estradas, campos, casas e galpões
Arrasta por diante, ovelhas, gados, geladeiras e fogões
Oh São Pedro tenteia da boca esse aguaceiro
E deixa livre das águas fortes o povo de barra do ribeiro
Só dando a volta na faixa pra chega no caburé
Ou os que vieram de bicicletas, carroças ou mesmo a pé
Os loco tocaram em frente e outros recuaram
Teve um que veio pelo mato
E lá deixo o rastro de tordilho 4X4
Tropilha formada de ponta a cavalhada
Lá tormenta, Aparício e Sanfona
Num final de verão encharcada
Na Estância do Caburé com a eguada redomona
Buenas gineteadas nos aporreado
Herança de nossos ancestrais
A peleia mano a mano
Hoje em dia se iguala a tempos atrais
Gadunhando somos pampeano
Na gineteada no lombo dos baguais
Teve ginetes representando todas as regiões
Capivara, Picada, Centro e Pavão
Cortado, Passo do Junco
E Cavaleiros da Tradição
Aparício quando cai na volta
Mais parece um redemoinho
Hermano Taioba que vinha nas cruzes
Onde não posa nem passarinho
Gordo da canha mais nos olhos
Corria sangue de arranjos de 35
Meu amigo Daniel, conhecido balaca
Não veio pra fazer graça
E sim bota grande, uma tora buenacha!
No lombo da irmã da tal Mula Fumaça
Essas foram algumas das muntarias
De onde tiveram outras, mui buenas
Segue os retratos dos ventenas e pampas
Criados na alma do Rio Grande
Levando sempre a pura tradição
De ser Gaúcho por onde sequer que ande
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